A cidade ainda tentava respirar depois da morte de Roberto. O mercado financeiro tinha se estabilizado. Os empresários tinham silenciado. Vittorio havia perdido impulso momentâneo. Mas Matteo sabia. Aquilo era pausa. Não recuo. E pausa em guerra é o momento mais perigoso. O nome chegou até ele no início da tarde. Alessandro Vitale. Braço logístico secundário de Vittorio. Não tão importante quanto Ferraro. Mas visível. Conhecido. Frequentador habitual do Porto. E, mais importante: Arrogante o suficiente para circular como se nada tivesse mudado. — Ele está almoçando no restaurante do cais — disse Lorenzo. — Sem escolta pesada. Matteo ficou em silêncio por alguns segundos. — Ele quer ser visto. — Sim. — Então vamos vê-lo. Noah estava em reunião quando soube que Matteo

