ANALU A confusão na escola com a garota que agora eu sei que se chama Cristina só me fez passar raiva, porque eu simplesmente não entendi o porquê da surtada achar que as minhas indiretas sobre vascaínos ficarem sempre em segundo lugar era justo pra ela no meio de um mar de vices nessa p***a. Fomos parar na sala da pedagoga que não parava de tentar explicar o óbvio para a aluna desequilibrada. — Cristina mesmo que a brincadeira da Ana Luiza fosse sobre você, eu preciso lembrar que ninguém, ninguém mesmo, tem direito de puxar o cabelo de outra pessoa aqui ou ao redor da escola. - Marina quase grita pela milésima vez. — Eu não sou otária de deixar os outros tirando onda com a minha cara e deixar quieto. - a menina replica. — Tu tá chapada? - Nicolas pergunta e dá um tapa na nuca dela.

