MATADOR — Como assim teve um tiroteio na escola do meu filho e ninguém me avisou? - pergunto irritado ao chegar na frente do local que teve um m******e de alunos e o Eduardo revira os olhos. — Pô, a gente te ligou, mas se você não atendeu, queria que a gente fizesse o quê? Adivinhasse onde tu tava? Ninguém aqui é médium, p***a. - ele responde todo abusado. Só deixava passar as gastações dele pelo fato do cara ter salvado minha vida mais vezes do que poderia contar e querendo ou não, a gente tinha construído uma amizade sólida. — Tu não tem medo de morrer mesmo, né? - pergunto sem humor e dou um soco no seu ombro. — Se você me matar, quem vai te chupar? - o palhaço continua tirando onda e eu mostro meu dedo do meio para ele. —Zé b****a do c*****o! - exclamo com irritação. — Cadê o Ar

