David Minha mãe entra no carro da Ester com muito cuidado, coloco o cinto em sua cintura, dou um beijo em sua testa e sigo para o banco da frente, me sento ao lado da minha namorada. — Obrigada pela carona, minha filha. – Minha mãe agradece. — Tem que agradecer, não, dona Telma. — Eu tenho que agradecer, sim – falo e dou um beijo na sua bochecha – Agradeço a noite. – Sussurrei para que minha mãe não escutasse e Ester sorriu discretamente. — Precisa comprar remédios, amor? – Perguntou ela para disfarçar. — Não, os que ela vai precisar já tem em casa. Ester acelera e dessa vez nem coloca no GPS, a mulher já até sabe onde moro. Ao chegar na comunidade, percebo que teremos que subir de carro, pois minha mãe não teria condições de sentar na garupa de uma moto, então, minha namorada inic

