THIAGO Ela se aproximou ainda mais, e o toque dela queimava como fogo sobre o tecido da minha calça. As mãos pequenas, macias, sabiam exatamente o que faziam, mesmo que fingissem hesitação. O perfume doce dela invadia tudo, misturado ao cheiro amadeirado do meu whisky, criando um tipo novo de vício que eu não sabia se queria ou podia largar. — Assim, tio? — ela perguntou, com a voz baixa, suave, provocante, acariciando meu p*u duro por cima da roupa, das bolas até a cabeça, me deixando em chamas. Fechei os olhos por um instante. Era errado. Mas nunca algo errado pareceu tão certo. Tão necessário. — Do jeito que você quiser, pequena... — murmurei, os dedos indo até o rosto dela, acariciando levemente sua bochecha quente. Ela não desviava o olhar. Havia desafio nos olhos dela, mas

