Quando desci, os meninos já estavam lá, todos, sim até Carlos, menos as meninas. Fe: Tá tudo bem com vocês? - olhou preocupado. Carlos parecia querer falar alguma coisa pra mim, pois eu o conheço. Não podia culpá-lo de contar pra ela também, mas não queria ouvi-lo também. Eu: Não. - eu estava chorando. — Licença meninos. - fui pro quarto, fiquei deitada chorando, como ela pôde dizer aquilo pra mim, ela cresceu comigo. Mas é escolha dela. Ouvi batidinhas na minha porta, pedi pra entrar. Beto, Raí e Carlos entram. Eu: Carlos, por tudo que é sagrado, se você tem esperança na nossa amizade, por favor sai daqui. - ele ia retrucar — Eu não tô a fim de mais problemas. - ele baixou o olhar, suspirou e saiu. Al: O que houve com vocês? Digo, você e Grazy? - ele sabia que eu e Carlos eramos um o

