CAP 7

725 Palavras
Mais um tempo na pista e depois fui até os meninos que estavam sentados numa mesa. Eu: Ui cansei gente, esse salto tá acabando comigo. - bebi a água do Carlos. Ca: Cansou né? - disse irônico Eu: Cansei sim - respondi naturalmente. - Vocês são velhos, ficam aí parados. Al: Ah , tô só observando. Ca: E eu também. Eu: E estão gostando do que estão vendo? - joguei um verde. Al: Sim, vocês não param de fofocar nem na pista de dança. - mandei o dedo Ca: Eu vi você bem soltinha na pista, tava gostando bastante. Eu: Demais, se você tivesse lá , você ia gostar também. Al: Milena… - me repreendeu. Eu: É o que Alberto? Não fiz nada! Al: Mas vai fazer que eu sei, eu vou é sair daqui, por favor não briguem. Eu: Por que brigaríamos, né Carlos? - parei meu olhar em Igor e ele cruzou os braços. Al: Fui - piscou e foi. Carlos respirava fundo, com um bico enorme, vontade de rir. Eu: Essa cara é por que, cara? - virei totalmente pra ele. Ca: Você ainda pergunta Milena? O que aquele garoto tá fazendo aqui? Eu: Isso aí já não é comigo, pergunte a ele meu bem! - respondi. Pode parecer grosseria e tal, mas esse é meu jeito ele já tá acostumado. E é só ciúme, já passa. Ca: Vocês estavam quase colados lá na pista Mih, você sabe que eu não gosto dele, aquele i****a, i*****l! Eu: Raí nunca te fez nada, para com essa birra boba. Ca: Birra nada! Precisava ficar tão perto pra dançar com ele, ainda mais com esse vestido garota? - alerta ciuminho, mas ele falando assim significa que ele tava prestes a ficar “de bem” comigo. Ri. Eu: Queridinho, esqueceu quem sou eu? Somos amigos, nada mais que normal dançarmos assim né? E minha roupa nem digo nada. Carlos, eu e Raí não tem perigo de acontecer nada, se é isso que te preocupa, mas caso não seja, para de palhaçada. - falei num tom leve, respirou fundo. Ca: Eu odeio quando você tá certa e me prova isso. Eu: Eu sei, lindo. - apertei suas bochechas e fiquei com as mãos em seu rosto. - Car’mô bebê? - brinquei Ca: Não, mas se eu ganhar um beijo… - dei um selinho rápido nele, por mais que eu não ficasse sem graça de fazer isso, eu ainda tinha que me acostumar. - Acho que você não entendeu! - falou com uma cara de quem ia aprontar com apenas uma sobrancelha levantada, nossa quando ele começou a ser tão envolvente? Eu: Ué, um beijo você disse, eu te dei… - de repente fui interrompida por uma boca na minha. Serio, eu vou tentar não me acostumar com esses beijos dele, como beija bem SEM ÔR!! Foi como a primeira vez, só que agora mais a vontade, ele parecia não ter receio e eu não reclamei. Acabamos, ainda estava meio atônita. Ca: Agora você me deu um beijo, se lembre desse toda vez que eu pedir um. - sai do transe. Eu: Você não existe, mas pode ter certeza que eu não vou me esquecer disso. - ele riu, dei um apertinho em seu nariz. - Vamos pra pista? - levantei puxando sua mão. Fomos com as mãos dadas aonde estava nosso pessoal. Gb: Se permitem dizer, se casem e tenham filhos logo, obrigada. - disse a nós, todos rimos. Eu: Para, que não tem nada disso não, sossega essa tanga muliér! Lu: Eita que corte, sentiu Dom? Ca: Que isso? Você não casaria comigo não garota? - fingiu seriedade Eu: Ai você é muito complicado pra mim. Ca: E você é quase nada de complicação né?! Eu: Sim, eu tô aqui pra descomplicar, não o contrário meu bem. - ele riu, concordou ironicamente. Ca: Sim, sim, claro - me abraçou por trás e me apoiei nele. Grazy nos olhava estranho. Fe: Gente, que horas vamos partir? Essa balada tá meio paia Lu: Vocês não quiseram arrasar na pista, pra mim a balada tava proveitosa. Iz: Você tava ridículo na pista, sabe disso né meu amorzinho? - beijou seu rosto, eu RI deles. Li: Vamos então, tô cansada. - ao recostar sua cabeça no ombro de Beto ele fez um mini cafuné nela. An: Bóra geral então.
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