.A Muitas formas de se começar uma historia. O problema e que nesse momento estou bêbada e não sei por onde começar. E sim, mesmo após o apocalipse a bebidas alcoólicas, só assim para aguentar essa porcaria de vida.
Bem, por onde começar...
No ano 2030 o mundo se explodiu. A briga entre igreja e estado cresceu de forma alarmante, ambos tentando comandar e aplicar suas próprias leis, ambos querendo o controle sobre tudo e todos. Então as bombas nucleares começaram, atingiram o mundo como uma chuva, deixando rastros de destruição. Alguns poucos humanos se esconderam dentro de abrigos subterrâneos e lá ficaram.
Foi onde eu nasci, os homens fizeram do subterrâneo o seu lar por mas, muito mas de mil anos. Ninguém ousou sair, ninguém ousou se arriscar, mesmo quando a comida estava acabando, mesmo quando as pessoas começaram a se m***r e a se devorar por fome. Ninguém ousou sair por aquela porta por medo da contaminação do ar, medo da radiação.
Na verdade alguém saiu, eles tiveram coragem, mas ninguém da nossa malta ouviu falar dele.
Não foi por querer mas foi necessidade, e a necessidade movimenta a humanidade, necessidade de sair do nosso buraco nos fez subir. A necessidade de ter algo em que acreditar nos fez horar pelos deuses antigos e por isso estamos assim agora.
Os Deuses retornaram e agora lutam por um lugar ao sol, lutam para saber quem ira subir ao trono e ser o rei dos deuses. Por isso cada um deles escolheu um humano para o representar na terra e os concedeu dons mágicos, assim, para não haver uma guerra que devastaria o mundo. Assim os humanos lutariam e o ultimo a sobreviver se tornaria um deus menor, e o deus patrono da pessoa se tornaria o rei dos deuses.
- E foi assim que mamãe ganhou os poderes da titia Hera num foi tia - Uma menininha de dez anos ria enquanto batia palmas, lá deitou-se no chão e ficou a olhar o céu azul e sem nuvens - Por isso mamãe foi embora e deixou eu e a Xilya com o papai, mamãe vai lutar
- Isso pequena, mas esse e o nosso segredo, papai não pode saber tudo bem, então se papai perguntar pela mamãe. ..
- Eu não conto tia, nosso segredo, mamãe vai virar um heroína
- Isso, agora entra, sua irmã esta te procurando
- tia, a mamãe ta em segurança ? - ela me olhou e suspirei passando a mão em meus cabelos
- Vou cuidar dela, juro
Com dificuldade, levantamos do chão, a pequena correu rumo a sua cabana, com um suspiro me virei e fui para o outro lado, rumo as arvores. O mundo havia mudado, todo o rastro de destruição ou apenas da existência dos humanos havia sido totalmente apagada.
Certa vez falaram que haviam no mundo prédios altos onde as pessoas moravam, quase do tamanho de montanhas, hoje existe apenas arvores montanha e arbustos. Todo o rastro que os humanos haviam sido destruído.
Mas os humanos são como baratas, sobrevivem apesar de tudo, e agora, a guerra os alcançou novamente
- Contou a ela ? - uma voz fraca, quase um sussurro veio. Com um sorriso fraco, corri ate lá a pegando nos braços e ajudando a sentar ela perto de uma arvore - Contou
- Sim, a mãe dela e uma h*****a que esta salvando o mundo, pode descansar
- Então esta na hora - a mulher sorriu, seus lindos cabelos negros caíram levemente sobre seus olhos roxos, mas ela pareceu não ligar - Estou pronta, apenas um golpe por favor
- Você poderia voltar, você tem uma família, tem filhos, eles não ligariam pra sua aparência, cuidariam de você aceitariam você
- Olhe para mim akeylla, como eu poderia voltar nesse estado, como poderia deixar meus filhos me verem assim - A mulher abriu seus braços mostrando o corpo, suas roupas estavam completamente destruídas e ensanguentada, sua pele alva havia sido perfurada por espinhos negros que brotavam de dentro de seu corpo e sai perfurando a carne, tingindo seu corpo de sangue, a dor era evidente nos olhos roxos da mulher, mas seu sorriso doce parecia afastar ela - Que tipo de mãe eu séria se deixasse meus filhos me verem assim, se deixasse eles me verem morrer assim. Eu sinto os espinhos se aprofundando mais, posso ter algumas horas ou minutos antes de chegarem aos meus pulmões e eu não conseguir mais respirar, ou de chegar ao meu coração deles não merecem me ver assim, quero que a ultima imagem minha, seja de como eu era antes de Hera me escolher.
- Quando somos escolhidos, além de uma arma e os dons, os deuses também Não um milagre, pode pedir para sua Deusa a curar - apesar de minhas palavras sensíveis, meu rosto era uma pedra de gelo, não precisava me ver no espelho para saber.
- Não posso, não mas - ela sussurrou
- Você já usou não e
- Por favor Akeylla, sei que não me conhece, mas eu vejo que tens bom coração - A mulher sorri mas logo seu sorriso deu lugar a uma careta, a mulher começou a tossir sem parar, ela pôs a mão na boca e ao tirar sangue escorreu dela. A respiração dela começou a ficar mais pesada e arrastada - Por favor
- d***a, Que os céus te recebam irmã e ilumine seu caminho ao pôs vida - Sorri de forma calma e com um movimento, cortei o pescoço dela de uma vez só, ouvindo o som oco de sua cabeça cair no chão - Que Hecate te guia para o além vida, irmã.
seu corpo se encheu de espinhos e deles rosas surgiram, seu corpo inteiro virou uma grande roseira de rosas vermelhas sangue.
Sem ao menos olhar para trás, segui meu caminho. Mesmo não parecendo, mesmo ninguém notando ainda, estávamos em uma guerra. o mundo muda, as pessoas não.
Depois de décadas no subsolo, saímos, mas percebemos que não estávamos sozinhos, havia pessoas lá. Sobreviventes das bombas nucleares era uma hipótese impossível, o maia aceitável era que alguns dos Banks foram abertos e seus integrantes saíram, tiveram filhos e seus filhos tiveram filhos. Os novos humanos eram mais fortes e rápidos. haviam poucos e eles formavam pequenas vilas em alguns lugares, o suficiente para viverem, usaram bem a antiga ciência para criar coisas essenciais.
Infelizmente eu não podia parar e ficar em uma delas, para começar eu era caçada, fora o fato de que agora era a sacerdotisa de Hecate incumbida a espalhar sua palavra e lutar contra idiotas poderosos que acham que não sou nada. Sua maioria mulheres.
Não podia me da ao luxo de ter uma casa, agora eu era uma nômade, mas ao pensar nessa vida de liberdade, mesmo sendo caçada e correndo risco de morte, e comparar com minha vida no bank, aprisionada sem nunca ter visto a luz do sol e sendo... sendo...
Suspirei balançando a cabeça, o passado era algo para ser aprendido, não contemplado
- matou ele Key ? - um rapaz de mais ou menos 18 anos correu ate mim saindo do meio das grandes arvores e sorriu, tinha cabelos loiros e uma pele bronzeada, mas era franzino e baixinho, parecia uma criança - diz mato ?
- Ainda estou viva não estou ? - sorri bagunçando seus cabelos e me embrenhando ainda mais na mata - E não se comemora a morte Pietro, eu já lhe disse isso
- ele matou 10 pessoas Key, merecia morrer - ele cruzou os braços fazendo bico - e a sacerdotisa de hera ?
- 11, ele matou onze - suspirei jogando meus cabelos prateados para trás
- Ele usou a maldição da roseira ? - ele me olhou enojado
- sim, mas ela não sofreu, teve um fim honrado, isso que importa. Conseguiu rastrear o sacerdote de Ares ? Me espreguicei, andei mas uns 10 metros esperando Pietro falar, mas o mesmo estava calado, eu sabia o que ele queria, suspirei parando de andar, me sentei a beira de minha fogueira e suspirei - vai Pietro, desembucha, o que esta escondendo ?
- key eu... ele foi visto no mirante a algumas luas - ele se sentou do outro lado da fogueira e ficou olhando o fogo - você não precisa caçar ele, precisa se estabelecer em algum lugar e construir um templo para sua deusa isso sim, ela vai começar a ficar chateada com você e vai te abandonar com muitos deuses fizeram com seus sacerdotes, eles cultivaram vontades e desejos egoístas e perderam suas bênçãos. não quero que isso aconteça com você
- achas mesmo que perderei meus poderes? - o olhei com um leve sorriso em meus lábios, era raro um deus tirar seus dons de um sacerdote, pois quando isso acontecia eles eram desclassificados da competição ao trono - ela não fara isso, diferente dos outros deuses, Hecate não esta lutando pelo trono dos deuses mas sim pela salvação dos humanos, por isso estamos juntos Pietro, não estamos competindo um contra o outro.
- Irina e uma deusa da paz, Hecate nem tanto
- isso vem de interpretação, uma mãe protege, uma anciã guia, a virgem e pureza e esperança. a senhora das terras selvagens e dos partos. Esta associada a encruzilhadas, entradas, fogo, luz, a lua, magia, bruxaria, o conhecimento de ervas e plantas venenosas, fantasmas, necromancia e feitiçaria.
- eu não preciso de aula Key - ele se jogou no chão me fazendo rir - tudo isso e apenas pra explicar que ela não e uma deusa da guerra, e uma deusa da magia dos caminhos e das magias de purificação. ela guia e cura e salva as pessoas. Pietro, estamos cuidando das pessoas, das pessoas que merecem ser cuidadas. ela guia meus caminhos, se faço o que faço e por que ela esta do eu lado me apoiando e me guiando. - você tem fé de mais Key - ele bufou se arrumando no chão - achei que o mundo tivesse sido destruído por causa da fé, e o que você sempre diz
- E foi, mas o mundo precisa de fé, precisa acreditar em algo, ela me salvou e agora preciso fazer o mesmo pelos outros não achas ?
- Eu já disse que te odeio? como você pode m***r as pessoas sem piscar ou ter pesadelos, mas ainda assim ser desse jeito?
- Minha deusa patrono e uma deusa tríplice i****a, não queira que eu tenha apenas uma personalidade - ri de leve antes de me deitar e olhar para o céu.
eu precisava achar o sacerdote de ares e confirmar minhas suspeitas, eu precisava saber se ele ainda estava vivo, se ainda representava perigo a alguém, se ainda fazia as atrocidades que fez no passado, se ainda era o monstro que já havia sido antes.
- por favor, diga que ainda estas comigo - sussurrei olhando para o céu, que não me abandonou
-"sempre" ouvi o doce só em minha mente e sorri, aquela voz afastaria os pesadelos, aquela voz afastaria a dor, a voz que me fez recuperar tudo o que já havia sido feito.
- Pietro acorda, acorda garoto - o sacudi, Pietro tinha o sono mais pesado que eu já havia visto - se você não acordar irei lhe transformarei em uma lesma e jogarei sal em você.
- Fala como se tivesse-mo sal o suficiente para jogar em uma lesma - ele bocejou e se virou se para o lado o posto - deixe-me dormir mulher
- o Filho de Ares esta vindo nessa direção - disse de forma mas tranquila do mundo
- como sabe ? - ele abriu os olhos me olhando de forma desconfiada - você já usou isso uma vez para acordar e era mentira.
Me levantei divagar me espreguiçando e apontei para as arvores, sobre ela era possível ver fumaça, e ao longe ouvindo os gritos de guerra deles
- olha, eu dou uns 5 minutos para eles chegarem aqui - dei de ombros e voltei a segurar minha mochila e por a comida dentro, já estava pronta para sair, faltava apenas Pietro, claro que eu não iria o abandonar, mas também não iria enfrentar um exercito inteiro só para salvar o garoto, de forma alguma eu faria isso, mesmo que eu odiasse o sacerdote de Ares, eu não me arriscaria a tanto, então apos pegar minhas coisas o cutuquei com o pé - você vem ou não ?
- Akeylla você e uma v***a, alguém já disse isso ?
- Eu digo isso a ela o tempo todo, mas Akeylla nunca me ouve
um homem alto com a pele cor de cafe, olhos de tao roxos quanto uma uva, ele era forte, tinha porte de um guerreiro, vestia apenas uma calça n***a que parecia ser feita de escuridão, e em seu corpo possuía uma estranha pintura com padrões que mudavam de cor enquanto descia por seus olhos ate seu braço direito. ele sorriu para mim, e antes que eu pode-se pegar minha adaga, ele já estava atras de mim me pressionando contra uma arvore enquanto segurava meu braço, tentei o chutar mais o homem afastou minhas pernas com chutes simples e só não me derrubou por estar contra a arvore.
- Me explica uma coisa, você gosta de ser colocada contra a parede e? apenas isso explica essa reação sempre que me vê, sabe que vou te render mas ainda assim tenta me atacar
- Se você não aparecesse de do nada, pelado
- Eu estou vestido - ele me interrompeu e cheirou meus cabelos brancos
- sombras não são roupas meu querido, posso te afirmar isso com todas as letras - lhe dei uma cabeçada no nariz seguida de um grande cotovelada no estomago o fazendo se afastar. me virei rapidamente lhe dando um soco no nariz, girei tentando chutar seu estomago mas ele segurou minha perna e me puxou para mas perto, o olhei profundamente em seu olhos roxos
- não quero atrapalhar vocês, mas infelizmente os homens dos sacerdotes de ares estão marchando para cá, sei que essa dança mortal esta muito boa e tal, mas precisamos fugir ou eles vão pisar em nos como pisam em vermes ele olhou para as arvores como se visse algo, e obviamente via, Pietro via quase tao bem quanto uma águia - e alias, quem e o nosso convidado ?
Empurrei Mors me afastando rapidamente e bufando de raiva
- Pietro esse e Mors, Mors esse e o Pietro, já que foram apresentados, por favor vamos embora
antes de falarem algo, me virei e sai correndo rápido, pisando em pedras para não deixar rastros muito evidentes.
com a saída dos humanos de suas maltas, muitas regiões começaram a serem ocupadas, fazendas preparadas, tudo para uma boa vida na terra. pequenas vilas foram formadas, nada muito grande, pelo menos dês pessoas por locais. então nos, sacerdotes fomos escolhidos,dezenas de homens e mulheres que lutavam por seu deus, mas eramos muitos, e estávamos ansiosos para conseguir o que nos foi prometido. tantos morreram de forma tão brutal, foi um banho de sangue. de todos que lutaram, ouve um que se destacou, ninguém se atrevia a falar seu nome, o chamavam apenas de sacerdote de Ares, o deus da guerra. ele era implacável, ninguém conseguia o derrotar, todos que o encaravam morriam e tinham seu corpo pendurado em estacas para servirem de exemplo e em oferenda ao seu deus. pequenas vilas logo foram obrigadas a criar templos em homenagem a ares e pessoas obrigadas a horarem por ele e lhes servirem de oferenda. aqueles que se recusavam serviam de oferenda para Ares.
E após a ultima descoberta, eles se tonaram ainda mais perigosos
- Akeylla - O grito de Pietro me tirou de meus pensamentos, me virei rapidamente a tempo de escapar de uma flecha que vinha em minha direção. - nós alcançaram
Pietro parou ao meu lado ja com espadas na mão, ele me passou uma e começou a tirar os sapatos
- Mors você... - o procurei, porem ele já havia sumido, novamente, esse era o Mors, aparecia me perturbava e depois sumia, sem avisar sem deixar um recado ou qualquer coisa do gênero, grande filho da eguá
- ele sumiu assim que parou as primeiras cinco flechas, apenas desapareceu como se fosse feito de fumaça, uma fumaça n***a mas ainda assim uma fumaça - ele me olhou - me diga, todos os seus namorados são estranhos assim ou e impresso minha ?
- ele não e meu namorado - agarrei o braço de Pietro e saltei, nossos corpos foram transformados, viramos pequenas lagartas sobre o tronco de arvores, Pietro estava apavorado, se mexia de forma frenética, apenas fiquei quieta esperando e observando.
"onde eles estão?" um homem gritou para outro passando pela gente.
"sumiram, um virou fumaça e os outros pularam, acho que se teleportaram ou saíram voando, talvez se olharmos para o céu enquanto seguimos os acharemos"
" e melhor deixarmos para la, se Ele, ficar sabemos que deixamos três fugirem, seremos servidos para os javalis"
"Okey, mas juliano, o primeiro elemento, você acha que era... que poderia ser... "
" não - o segundo homem interrompeu o primeiro rapidamente - vamos seguir nosso caminho, a aldeias em que espalhar nossa palavra"
" hora da colheita " eles viram e saíram rindo e foram seguidos por pelo menos 50 homens, todos forte mente armados
apos meia hora, que eles haviam passado, saltei da arvore junto a Pietro voltando a minha forma humana, Pietro caiu de b***a no chão e bufo irritado, ele odiava ser transformado, achava ultrajante e degradante, como se aquela criança soubesse o que era isso
- O que e a colheita? - perguntou preocupado - eles não tem cara de quem fazem plantações - Pietro riu
fechei meus olhos concentrada, o mundo ficou em silencio e por fim consegui, a visão me veio. eu vi os gritos e o choro, vi as mortes que viriam... eu vi a colheita
em um momento eu estava parada diante de Pietro, e no outro correndo pela floresta, meu corpo mas rápido do que minha mente, nem ao menos havia percebido ate que tropecei e voltei a correr
- você não pode ir
Mors, apareceu parado, porem voltei a correr o ignorando, mas novamente o vi la na frente parado me olhando
- você ira se ferir"
tentei acelerar mas não era uma sacerdote de hermes, mas sim de Hecate, apenas sempre sabia o caminho que devia seguir, apenas sempre conseguia chegar onde precisava, e tentativa de Mors, de me parar era revoltante
- por favor Akey.
ele aparecia em minha frente, e sumia atras de mim enquanto eu corria, apenas para aparecer novamente em minha frente e depois sumir, seus olhos roxos suplicava, mas eu precisava o ignorar, havia feito uma promessa, uma promessa de proteger a todos e iria cumprir
- Akeylla - dessa vez ele me segurou firme com seus braços fortes me fazendo parar - me escuta por favor, você precisa me escutar, se você for você ira morrer
- Como você sabe ? - gritei furiosa - você aparece e some quando quer, finge saber de tudo. na verdade, você e do tipo que sabe de tudo e não fala p***a nem uma, acha isso justo? Quem e você Mors, de quem e sacerdote em ? quem te escolheu, a quem você serve? pelo que você luta?
Ele ficou em silencio e olhou para baixo, cada fibra de seu corpo pareceu ficar tenso, ele mordeu os grandes lábios carnudos suspirou negando com a cabeça.
- perdão, mas não posso falar, não poderei te responder - ele se afastou e senti o vento frio em meu corpo, me senti sozinha, estava lutando sozinha e iria continuar sozinha, não deveria ter pensado que seria diferente, nunca e diferente.
me afastei e voltei a correr, corri pois sabia o que estava acontecendo
mas quando cheguei, já era tarde de mais, a aldeia estava em chamas, pessoas corriam para todos os lados, crianças choravam enquanto os homens eram mortos de forma brutal, no centro de tudo, um homem de capuz vermelha olhava para o fogo e erguia os braços gritando palavras que provavelmente era uma prece por seu deus, Ares, era uma cena terrível
corri em meio a multidão sem pensar duas vezes, com minha espada comecei a atingir todos os atacantes, tentava me movimentar pouco e utilizar todos os movimentos com precisão, lutar sempre foi como uma dança, movimentos rápidos ou lentos, laminas dançando e mergulhando, tilintando com uma harmonia musical
minha adaga rasgava gargantas com facilidade, entrando e saindo de suas peles, rasgando e mutilando, quando finalmente perceberam que estavam sendo atacados por mim, eu ja havia matado uns dez homens, parei ofegante, o suor escorria por minhas costas e meus cabelos brancos caiam por minhas costas pregado em minha pele. o homem de capuz vermelho olhou para mim, mesmo eu não podendo ver seu rosto, sabia que ele triscava os dentes, suas mãos estavam fechadas em punho em fúria contida.
- matem-na, matem essa descrente e mostrem a todos a força de Ares
Ele gritou em fúria contida, todos os homens pararam e se viraram para mim, graças aos deuses Pietro surgiu ja ja cortando gargantas com sua pequena adaga, ser sacerdote de hermes lhe dava uma velocidade sobrenatural, ri e voltei a lutar, cortando as gargantas. flechas atingiram minhas costas mas ainda assim permaneci a lutar, pequenos cortes e arranhões não iriam me parar. enquanto girava praguejava feitiços fazendo homens sendo jogados longe ou pegando fogo
Então uma forte explosão me jogou long, o mundo girou, o ar não entrava em meus pulmões, um ruido ensurdecedor soava alto em minha cabeça, me sentei vendo tudo em câmera lenta. homens vinham em minha direção, Pietro lutava para os manter afastado mas o mesmo já não tinha a mesma velocidade de antes e estava muito ferido.
Atras deles eu podia ver, homens cavavam um buraco, estavam procurando uma Malta, um abrigo subterrâneo. tentei me erguer mas não consegui, meu corpo tombou para o lado. ouvi ao longe uma criança chorar e chamar sua mãe, eu queria a ajudar a encontrar sua mãe.
senti uma picada no ombro e em minha perna, flechas haviam me atingido e outras vinham em minha direção, Mors tinha razão, eu iria morrer. fechei meus olhos aceitando a morte, já havia escapado tantas vezes, um dia ela iria me alcançar, e eu só podia pedir perdão perdão a Hecate por falhar em minha missão
Então esperei, mas ela não chegou. ao abrir os olhos dei de cara com flechas presas em uma teia de escuridão, olhei em volta e e vi algo sumir em meio a escuridão, então eu soube que ele me salvou, sorrir ao ver as flechas no chão
Senti uma onda de energia me dominar, aproveitei a p******o que me foi dada
- Grande Gaia, mãe terra que em tudo habita, me ajude a purificar seu corpo desse m*l que te atinge. Grande Gaia, protetora do mundo, me ajude a salvar teus filhos. Grande Gaia, me der forças para salvar esse povo que aqui habita
visualizei cada um dos alvos e soquei de uma vez o o chão ate sentir o sangue escorrer em minha mãos junto aos ossos quebrados, mas não me importei, quanto maior a magia, maior o preço, sangue, dor e emoções e vontade, tudo deixa uma magia mais poderosa.
o chão se abriu logo a baixo de vários dos homens que tentavam me atacar, eles caiam em um buraco e eram imediatamente esmagados, o som de ossos ecoavam pelas cabanas em chamas, sangue fluía da terra como um rio vermelho.
- Zeus, rei dos céus, permita-me lançar minhas mãos aos céus e acabar com o sofrimento - ergui minha mãos aos céus e comecei a entoar, nuvens negras se unindo e escurecendo, grandes gotas de chuvas caiu do céu, lavando a terra e apagando o fogo - obrigada meus senhores
- mendigando aos deuses ? a deuses que não lhe pertence ? - o homem de capuz vermelho andou ate parar em minha frente, eu conseguia ver apenas sua boca - você me parece familiar sabia, tem lindos cabelos prateados como as estrelas
Ele se abaixou e revelou seu rosto com um sorriso nos lábios, meu corpo congelou, senti o suor secar e me sangue gelar, era ele. sem duvidas era ele. Romeo
o Romeo que me torturou, o Romeo que me matou
- o gato comeu sua linguá? - ele segurou meu rosto me fazendo o encarar, eu queria fugir, queria escapar de suas garras, mas não conseguia me mghhj hhjjj hj h h n n n jn j jj jj j j j j j j j j j j j j j j kj kj k k k k k k k kk k kk l lk k dfgvbn - Akeylla acorda, abri os olhos a contra gostoo
- o gato comeu sua linguá? - ele segurou meu rosto me fazendo o encarar, eu queria fugir, queria escapar de suas garras, mas não conseguia me mover, meu corpo estava paralisado, não conseguia fugir, senti meus olhos arderem em lagrimas e ainda assim não consegui escapar. ele sorriu passando a ponta de sua linguá em minha bochecha ate meus olhos, por onde a lagrima escorreu por meu rosto e cheirou meus cabelos - suas lagrimas são doces. eu gosto de você, olhos dourados como o sol, pele cor de chocolate, cabelos como o brilho das estrelas. você daria uma boa mulher, pena que precisa morrer, Sacerdotisa de Hecate
- Akeylla - Pietro gritou, chamando a atenção de nos dois, ele lançou uma faca na direção de Romeo, porem a faca parou no ar, mas foi tempo o suficiente para mim acordar e com um movimento de minha mão o lancei longe usando telecinese
ele se levantou no ar, porem usando aerocinese, o lancei novamente longe. Romeo rosnou, olhou em volta e em fim percebeu que todos estavam mortos. todos os seus homens. ele me olhou uma ultima vez e fugiu, eu não podia o perseguir, estava ferida e cansada, e precisava cuidar dos feridos também.
todos estavam a salvos, a criança havia parado de chorar e agora, finalmente eu poderia descansar
- Akeylla acorda, abri os olhos a contra gosto apenas para da de cara com Pietro, muito, muito perto de mim. o chutei o afastando e me sentei me limpando - E e assim que se agradece um amigo por salvar sua vida
- uma coisa e me acordar, a outra e ficar em cima de mim assim, estava pedindo um chute - bufei irritada, ele estava perto de mas.
olhei meu corpo, as feridas de flechas e cortes de espadas estavam com unguentos e ataduras, meu sangue havia sido limpo de minhas roupas... na verdade eu estava com outras roupas, roupas leves e novas. uma longa saia rosa avermelhada e uma blusa branca. olhei Pietro furiosa pronta para o acertar um soco
- não fui eu - ele
- Akeylla - Pietro gritou, chamando a atenção de nos dois, ele lançou uma faca na direção de Romeo, porem a faca parou no ar, mas foi tempo o suficiente para mim acordar e com um movimento de minha mão o lancei longe usando telecinese
ele se levantou no ar, porem usando aerocinese, o lancei novamente longe. Romeo rosnou, olhou em volta e em fim percebeu que todos estavam mortos. todos os seus homens. ele me olhou uma ultima vez e fugiu, eu não podia o perseguir, estava ferida e cansada, e precisava cuidar dos feridos também.
todos estavam a salvos, a criança havia parado de chorar e agora, finalmente eu poderia descansar
- o gato comeu sua linguá? - ele segurou meu rosto me fazendo o encarar, eu queria fugir, queria escapar de suas garras, mas não conseguia me mover, meu corpo estava paralisado, não conseguia fugir, senti meus olhos arderem em lagrimas e ainda assim não consegui escapar. ele sorriu passando a ponta de sua linguá em minha bochecha ate meus olhos, por onde a lagrima escorreu por meu rosto e cheirou meus cabelos - suas lagrimas são doces. eu gosto de você, olhos dourados como o sol, pele cor de chocolate, cabelos como o brilho das estrelas. você daria uma boa mulher, pena que precisa morrer, Sacerdotisa de Hecate
- Akeylla - Pietro gritou, chamando a atenção de nos dois, ele lançou uma faca na direção de Romeo, porem a faca parou no ar, mas foi tempo o suficiente para mim acordar e com um movimento de minha mão o lancei longe usando telecinese
ele se levantou no ar, porem usando aerocinese, o lancei novamente longe. Romeo rosnou, olhou em volta e em fim percebeu que todos estavam mortos. todos os seus homens. ele me olhou uma ultima vez e fugiu, eu não podia o perseguir, estava ferida e cansada, e precisava cuidar dos feridos também.
todos estavam a salvos, a criança havia parado de chorar e agora, finalmente eu poderia descansar
- Akeylla acorda, abri os olhos a contra gosto apenas para da de cara com Pietro, muito, muito perto de mim. o chutei o afastando e me sentei me limpando - E e assim que se agradece um amigo por salvar sua vida
- uma coisa e me acordar, a outra e ficar em cima de mim assim, estava pedindo um chute - bufei irritada, ele estava perto de mas.
olhei meu corpo, as feridas de flechas e cortes de espadas estavam com unguentos e ataduras, meu sangue havia sido limpo de minhas roupas... na verdade eu estava com outras roupas, roupas leves e novas. uma longa saia rosa avermelhada e uma blusa branca. olhei Pietro furiosa pronta para o acertar um soco
- não fui eu - ele