Zayn surgiu repentinamente na caverna assustando a todos que lá estavam, ele andou até uma cadeira e fez a mulher se sentar.
- Não, aqui não - O dono da taverna implorou.
- Precisamos conversar com ela em algum lugar - Kalona se pronunciou.
- Zayn meu querido, sei que ficou preso em um jardim por anos mais, achei que saberia diferenciar um homem de uma mulher - Ikaros falou com um sorriso no rosto
- Cale a boca bruxa - Ele falou a ikaros e olhou a mulher novamente - se revele
A mulher bufou cruzando os braços, mas acabou por mudar de forma virando o homem que tinham visto mais cedo, de perto sua beleza era ainda maior do que eles lembravam.
- Como descobriu? - O homem perguntou abismado.
- Seu bracelete, a sua aparência mudou mais o cheiro e o bracelete não, não foi tão difícil - Zayn falou sem querer olhar para o homem - Qual o seu nome
- E por que eu iria dizer a você ? - ele perguntou com um sorriso no rosto
Zayn Olhou nos Olhos do Homem que o Provocava, e sentiu uma fina corrente elétrica percorre seu corpo, ele ignorou isso e deu um riso apertando o braço do mesmo fazendo com que pequenos filetes de sombras grudasse na pele macia e perfumada. O Dono da Taverna saiu apressadamente de trás do balcão passando a mão na testa.
- Que seja, mais vamos pro depósito e menos chamativo andem logo, antes que eu mude de ideia.
Kalona então concordou com o vendedor e se meteu entre ambos
- Vamos ele tem razão, Zayn m***r ele não vai ajudar a gente, se você colabora estamos tentando Arrumar um meio de liberta a cidade, a não ser que você goste de sofrer aqui.
- Graças, alguém me escutou, agora andem logo com isso - O Taverneiro falou e abriu a porta ao lado do balcão que levava ao depósito.
Zayn seguiu o dono da taverna escada a baixo até chegar em seu depósito, em momento nem um ele soltou o braço do homem. Ao chegar lá ele olhou bem a sua volta, era um cômodo grande e escuto cheio de frutas e bebidas, o dono da taverna pegou uma cadeira onde Zayn sentou novamente o rapaz
- E a última vez que vou perguntar seu nome - Falou Zayn com a voz estranhamente calma causando calafrios em todos que estavam perto
Logo kalona, ikaros e teegan desceram também, ikaros olhou em volta procurando algo
- Onde está o seu cristal Artemis ? Pra acender a luz sabe.
- Perdão mais não sei o que é isso garota - Falou o dono da taverna
- Esqueceu que só a este tipo de cristal na capital de Possgrover ? - Kalona olhou para a garota que apenas deu de ombros.
- Aqui temos outra coisa para acender o fogo - Ele sorriu e andou até um canto, pegou em uma prateleira um pequeno frasco de vidro com um liquido laranja com cheiro doce e acendeu, a chama era de um tom laranjado e tinha um cheiro adocicado pouco comum - e a ceiva de uma arvore, ela e bem inflamável.
- Pronto assim está melhor - Ikaros sorriu - Não gosto do escuro - a garota disse passando a mão no braço.
- Vocês não vão conseguir libertar esse povo, não de meu mestre, ele e ardiloso e não perdoa - O homem de cabelos rosas falou.
Zayn criou uma cadeira de sombras e se sentou de frente para o rapaz que olhava para suas próprias vestes.
- Claro que iremos, e com sua ajuda - Zayn sorriu.
- E por que achas que eu ajudaria um troglodita como você? porque está dizendo que vai me m***r? Então por favor, corte logo minha cabeça. - O rapaz se curvou para frente e baixou a cabeça deixando seu pescoço a amostra, Zayn o olhou surpreso
- Prefere morrer do que nos ajudar ? Será que seu coração é tão n***o assim ? - Zayn quase gritou
- Ache o que quiser, apenas me mate e poupe seu tempo.
Teegan apenas Respirou impaciente com toda a situação, Ikaros estava escorada em uma das Prateleiras, enquanto Atlas Resmungava alguma coisa que ninguém conseguiu entender direito.
- Não consigo entender, porque preferes Tanto Morrer do que nós Ajudar a liberta esse povo libertar você, e realmente tão indiferente a todo esse sofrimento. - Kalona perguntou, ainda Parado de pé um pouco mais ao lado.
O Homem Ergueu a cabeça encarado eles, e Apenas Balançou em negativa.
- Não Acredito mais em Liberdade, o Sofrimento e a dor ficarão ainda maior seu compactuarmos com essa ideia de vocês.
Não acredito que seja assim tão frio quanto aparenta, nós diga o motivo de agir assim, e lhe contaremos um resumo da nossa história, e se ainda assim se recusar a nós ajudar poderaá ir, e encontraremos outro jeito- Kalona falou Novamente, enquanto Zayn fechava o punho em torno das sombras na cadeira.
O rapaz olhou para todos ali e suspirou rendido e se sentindo cansado de mais para discutir
- Henry, esse é meu nome , nasci em um lugar muito distante daqui, um lugar de paz, nosso povo era feliz até que começou, o que achávamos ser uma visita se mostrou uma invasão, não tivemos como contra-atacar mas apenas fugir, eu meu pai e mais alguns homens tentamos contra-atacar mas foi inútil, os que não foram mortos viraram prisioneiros, meus amigos foram mortos na minha frente, fui vendido é usado como uma mercadoria, virei um simples escravos mais ainda assim tinha esperança dessa guerra acabar ou de fugir, de alguém me libertar, até que me venderam pra ele, o senhor Ellior, ele é um dos diplomatas de Possgrover, eu já o conhecia, ele havia ajudado na invasão de minha ilha. Ele Conseguiu me quebrar, destruir o resto de dignidade que eu tinha junto com minhas esperanças, ele... Ele me aprisionou da pior forma possível, toda vez que eu tentava fugir ou o desafiava ele...
O rapaz fechou seus olhos com força segurando suas lagrimas que não paravam de cair
- Você não parece preso para mim, tem até liberdade de mais, está coberto de jóias e anda para onde você quiser, pq não foge? - Kalona observou se encostando na parede e olhando o rapaz
Zayn apenas riu com amargura pelo rapaz a sua frente
- Porque eu o amo, e odeio isso, essas jóias que vocês vêem são parte do meu corpo, meu povo fora pegos por causa disso, nosso corpo produz essas jóias em nossos chifres - Henry baixou a cabeça, seus cabelos cor de rosa caíram por seus ombros, as pontas arrastavam no chão mais ainda assim era possível ver as lágrimas caírem no chão mesmo que sua face estivesse coberta
- E mesmo assim você o ama? Ama esse monstro que te aprisiona e matou seu povo - Zayn cuspio as palavras de forma amarga
- O Senhor Ellior é um grande fã de artefatos místicos, esse bracelete em meu braço foi ele que me deu, é conhecido como Bracelete Le Fay, ele me faz amar o senhor Ellior mesmo eu odiando isso, e sinto a necessidade de está perto dele é de o obedecer, eu o amo e me odeio por isso, tenho nojo de mim mesmo, sempre que não lhe obedeço sinto uma dor forte no meu coração, a dor das mil mortes
Henry levantou sua cabeça mostrando sua face coberta de lágrimas, em sua mente as imagens da invasão e das mortes o bombardeavam de forma bruta, os gritos de seus amigos pareciam ainda mais vivos, o rapaz cobriu os ouvidos tentando abafar inutilmente.
- você precisa nos ajudar Henry - kalona pediu - Sei que e difícil, Posso compreender a sua dor eu sai de casa tinha apenas 13 anos tive que fugir pra sobreviver, só agora pude reencontra minha irmã. E nesse tempo que vaguei eu vi a dor e o sofrimento que o reinado do Acaz trouxe, enfim não posso culpa-lo por não querer nós ajudar, mais se conceder sua ajuda estará dando uma chance de pormos fim ao sofrimento de todo esse vilarejo e podemos buscar um meio de libertar você desse Bracelete. - Kalona falava olhando diretamente pra ele tentando conseguir de forma amigável a ajuda que tanto precisavam.
- Não tenho paciência igual a você Kalona, então Henry vai nós ajudar dando as informações sobre o seu Senhor, ou não? Preferes viver assim pelo resto da sua vida? -disse Zayn visivelmente irritado com toda a situação, e mais ainda Com Henry que vinha lhe causando sensações estranhas percorrerem o seu corpo.
Henry olhou para o lado pensando em suas alternativas, ele queria ajudar, estava cansado de tudo isso, mas se não funcionar seu senhor iria lhe dá um castigo inimaginável pois ele sabia que a morte para Henry seria a salvação, mas por outro lado talvez ele não descobrisse, seu senhor o mandou não falar com os abitantes da pequena vila e não com viajantes, talvez ele podesse ajudar
- Não a momentos vulneráveis. Todos os dias a guarda e trocada três vezes para que não se cansem, a cada 10 minutos o soldado designado para a cada área passeiam por ela fora os que ficam nas árvores para não serem vistos , essa é a guarda dos arredores, na casa principal aguardas por todos os lados menos no quarto de meu senhor, os verdadeiros senhores dessa terra estão presos no calabouço baixo da maior árvore, estão acorrentados dos pés a cabeça,fiquei sabendo que a filha do rei dessa terra está acorrentada de frente ao pai com espinhos venenosos por toda parte, se ela se mover de forma errada seria espetada e morreria em segundos, se um fizer algo errado todos os outros morrem, meu senhor deu ordens de que se ouvesse um ataque era para m***r a família real imediatamente.
Henry contou com desgosto, seu senhor era c***l e isso o deixava péssimo, ao entregar os fatos ele temia que todos mudassem de ideia e desistissem do ataque. Todos estavam Abismados, com os Relatos que Henry Acabaram de fazer sobre O seu Senhor.
- Esse Homem merece morrer da pior Forma possível. Acredite ele vai ter o fim que merecer eu mesmo faço questão de matá-lo com minhas mãos, pra velo implorar pela sua vida medíocre e mais ainda em ter os ossos dele na minha coleção - Zayn Falou com a voz Carregada de raiva, ele apertava as sombras em sua mão de uma maneira intensa, e seu corpo estava rígido, ele sentia um misto de sensações Borbulhando dentro de si, e enquanto ele falava olhava Henry nos olhos diretamente, e essas sensações só aumentavam.
- Sabe Até Hoje eu Lamento por não ter conseguido Chegar no Acaz e m***r ele lentamente, Isso inaceitável, Esse sofrimento tem que Acabar.- Eles ouviram Teegan Falar, e na sua voz era notório a Raiva.
Atlas estava em pé entre Teegan e Ikaros, Ele Havia parado de resmungar e se achava sério apenas ouvindo tudo, e iki com uma expressão de tristeza estampada no rosto.
Kalona passou as mãos pelo rosto, tentando manter o Controle, ele sempre era centrado mais depois de tudo que ouviu a sua vontade não era diferente da dos demais em acabar de uma vez por toda com Acaz e seu reinado de dor e sofrimento.
- Peço desculpas Por termos feitos, você reviver tudo isso Henry mais e de extrema importância as informações que nos deu, quanto a família real de Teiofile. Se conseguirmos chegar no calabouço temos como resgatá-los em segurança, Anator pode cuidar das plantas tranquilamente. nossa melhor chance de invadir e no momento da troca de Guardas, se nós devirmos conseguiremos cobri também a área de patrulha a cada 10 minutos, e Temos que achar um jeito de inutilizar os guardas que ficam nas árvores, Mais a sua ajuda e a do dono da Taverna serão muito importante pra que tenhamos êxito.
Henry sorriu ao ouvir o grupo mas logo sentiu uma pontada no coração, não era algo que o afetava mais como antes, era apenas um sinal de que seu mestre o chamava, então ele se levantou sentindo mais saudades do que queria de seu senhor e fez uma leve reverência a todos eles.
- Eu recomendo que façam durante o dia, a noite é que tem mais guardas que o normal, eles nunca esperariam um ataque em plena luz do dia...e tirem os abitantes daqui,eles serão os primeiros a serem mortos - Henry se encostou em uma estante com a mão no coração e suspirou mas logo se recompôs - Perdão mais preciso ir, tentarei ajudar vocês mais não garante tô nada, não enquanto estiver com esse bracelete
- Irmão, temos que partir, os guardas irão desconfiar se ficarmos aqui por mais tempo, podemos planejar tudo pelas redondezas mas permanecer aqui será apenas entregar nossas intenções - Ikaros falou de forma séria, seu sangue queimava de raiva.
- Agora tenho que ir não posso mais demorar podem contar comigo, até breve.
Henry encarou a todos ali mas uma vez, e por um instante fixou seu olhar no de zayn por que logo saiu apressadamente.
- A iki tem razão precisamos ir logo ou tudo vai estar perdido vamos só pegar as coisas e partir - Kalona falou e começou andar de volta pra dentro da loja pra acertar os últimos detalhes das mercadorias que levariam pra não levantar suspeita dos Guardas.
- Eu já arrumei essa cesta, com algumas frutas e paes, e nessa aqui alguns tecidos e roupas, Vocês precisam ir agora vou avisar o povo pra ficar alerta quando forem invandir.
- Jhin - o dono da taverna falou e então passou as cestas por cima do balcão e logo depois apertou a mão de Kalona em agradecimento - estamos contando com vocês
henry saiu praticamente correndo, todos os outros tiveram que esperar pelo menos 5 minutos para sair do deposito, e quando o fizeram viram o mesmo guarda de antes sentado em uma mesa esperando, ele olhava para todos de forma seria e ameaçadora, parecia procurar alguem, mais quando ikaros apareceu ele apenas sorriu.
- ai esta você, queira me dizer o que v9ces estavam fazendo la em baixo ?
Jhin olhou para todos, sua boca estava seca e um suor frio caia por suas costas, novamente ele abriu a boca para falar mais nada saiu, com um suspiro ele baixou a cabeça de forma humilde, todos ali estavam calado ate mesmo ikaros, mas isso não durou muito tempo pois logo ela tomou a frente, colocou a sexta com frutas e alguns legumes mo chão e pós a mão na cintura.
- O senhor esta nos perseguindo ? não devia esta patrulhando ?
- Estou fazendo minha parte, observando as pessoas estranhas em minha cidade, agora responda garota, o que estavam fazendo la em baixo ?
- tudo bem ja que insiste, estávamos escolhendo a mercadoria, pagaremos caro e nossa viajem e longa, precisamos de alimentos bons que não vão estragar rápido
- e por que todos entraram la ?
- porque eu sou so uma! Eu escolhi um e os outros foram escolhendo outros, trabalho em equipe sabe? conhece isso ?
- voce esta procurando morre garota
- todos dizem isso para ela - falou kalona ficando ao lado de ikaros e tapando sua boca - iremos controlar ela juro, élias ja estamos indo
ainda tapando a boca de ikaros kalona e os outros seguiram para fora da taverna e depois foram para fora da cidade sempre sendo observados por guardas ate atravessarem o portão de saída.
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Ikaros havia ido à enfermaria cuidar de uma paciente nova aparentemente vinda de magmetron, sua preocupação era que a paciente nao resista a baixa temperatura, a maioria acaba por morrer, seus corpos sao acostumados a temperaturas elevadas. No começo a garota desconfiou do motivo de tê-la chamado, já que tinha pessoas mais experientes para ajudar no local, mas ao chegar na enfermaria ela percebeu o motivo dela ter sido escolhida, nao poderia ser mais ninguem alem dela. Deitada em uma maca inteiramente em chamas se encontrava uma mulher de pele azul escura cravejada de estrelas e olhos flamejantes. ela parecia uma sub-especie de centauro, porem com apenas um par de patas traseiras como os humanos, um fucinho alongado, cabelos longos que terminava em uma crina que seguia um pouco pela coluna e um longo r**o de cabelos negros, suas pernas longas terminavam em cascos fortes, mas suas mãos era semelhante a de humanos, porem com tres dedos ao inves de cinco. todo o chao em volta da maca, e ate mesmo paredes, estavam preta e queimado.
-Ela chegou á dois dias, parecia estar bem, usava sua aura para manter o corpo aquecido entao nao tinha problema ela estar por aqui, mas desde ontem para cá tem piorado muito, a aparencia fisica e mental - a moça disse, seu rosto estava suado como se houvesse corrido uma maratona, sua pele ficando avermelhada e sua respiração pesada - Ninguém conseguiu se aproximar por causa do calor, agora tudo em volta dela está ficando em chamas. ela esta desacordada a algumas horas. nunca vi sintomas assim, ela esta ardendo em febre, delirando, poderes descontrolados, ela nao come nada des de ontem, apenas bebeu um pouco de agua e parou
-Agua ? Tudo bem, pode ir e por favor, não deixe meu irmão se aproximar, isso não fará bem para ele, peça que todos fiquem a uma distancia de no minimo 100 metros daqui
- tem certeza? a senhora nao vai precisar de ajuda ? - a mulher perguntou apesar de parecer anciosa para sair dali
- sim pode ir, nao precisarei de ajuda, preciso apenas de paz, apenas isso
Ikaros entrou na sala e vestiu um jaleco que se encontrava ali e com sorte não havia sido queimado, ao se aproximar da mulher pôde ver tudo a sua volta queimando, ate mesmo seu jaleco novo ficando chamuscado, o que a fez suspirar, adorava vestir aquela coisa, sempre a divertia. As paredes brancas pareciam estar escurecendo e as outras macas e tecidos no local pegavam fogo pouco a pouco, o calor estava se espalhando, ganhando mais terreno e a mancha n***a de queimadura tambem, em poucos minutos ja havia chegado ao meio do quarto e isso era preocupante, talvez tivesse que aumentar a barreira para nao acabar atingindo outros pacientes ou ate mesmo funcionarios, ela tentou apagar o fogo usando sua pirocinese mas nao conseguia, as chamas nao diminuiam ou se moviam, era como se seu poder fosse inesistente, ela rosnou de frustração e apeas se concentrou um pouco, começando a absorver o calor para que ele nao se espalhasse, e isso doia, doia ate seus ossos, mas nao a faria parar de absorver o calor, nao sabendo que se parasse, outras pessoas iriam se ferir. Então ela apenas seguiu ate a mulher na cama, seguiu em sua direção e parar em frente da mulher a reparou com mais atenção, ikaros mediu sua preção, temperatura batimentos cardiacos e suas pupilas, precisava fazer essa primeira avaliação para ter uma noção de o que a mulher teria, após isso começaria os esames fisicos, pois a mulher estava desacordada e nao dava para lhe perguntar o que sentia
Ela possuía um único e grande chifre no meio da testa que parecia uma pedra do sol em forma de cone, que brilhava como se lava fluisse dentro. Suas unhas eram grandes e em sua volta algumas faíscas flutuavam um pouco sem vida, em seu corpo azul como o céu entalhado de estrelas à noite, havia alguns desenhos em branco, semelante a uma tribal . Derrepente a mulher abriu seus grandes olhos brancos e agarrou o braço de ikaros com forma, surpreeendendo a garota, ela olhou para Ikaros de forma desesperada.
- Sede... tenho sede... por favor nao aguento... fome... sede... frio - a mulher fincou suas grandes unhas no braço de ikaros ate a garota sentir o sangue escorrer e pingar ao chão fervente.
O braço esquerdo da mulher estava em carne viva como se tivesse sido mastigado por algo, sua pele e carne estava pendida no braço segurada por um pequeno fio , tinha o oosso a mostra, seu sangue ao tocar no chão o queimava instantaneamente como se fosse acido. Ao tocar na mulher, ela suava frio e tremia, apesar do calor. Ikaros prendeu o cabelo e pegou um pouco de água jogando na ferida da mulher a fazendo gritar a medida que a agua em sua pele evaporava de forma rapida.
-Perdão, mas preciso limpar e não iria conseguir colocar algodão em cima pois eles pegam fogo, na verdade, nada que eu usar para limpar vai funcionar, vai evaporar quase que instantaneamente - com cuidado ela tirou a mão da mulher de seu braço, e ignorando a dor que sentia, voltou a prestar cuidados a mulher, tentando de alguma forma limpar seu ferimento.
Pensando um pouco, ela fez uma pequena chama em sua mão, apesar de estar dificil a manter acesa, do calor que estava absorvendo e da dor de seu braço, a bruxa passou a pequena chama no braço da mulher enquanto entoava um cântico antigo que sua avó cantava para ela, foi dificil fazer isso, dificil se concentrar e ainda mais usar uma magia que sua avo usava nela, que ela nem ao menos sabia se funcionaria. por alguns segundos tudo parecia bem, a ferida estava se purificando e se fechando, o calor na sala diminuia, ikaros por fim suspirou aliviada até que repentinamente a mulher agarrou a mão de Ikaros com força incomum, ela pode ouvir seus ossos rangerem quase quebrando, a menina tentou puxar sua mão mais nao conseguia, ela era estranhamente forte. a mulher aproximou o rosto lentamente longo fucinho ao rosto de ikaros com olhos suplicantes.
-Me dá... por favor, eu só.... só preciso de um pouco... algumas gotas, voce nao sentira falta, por favor me da so um pouco
-O que você quer? - Ikaros tentou puxar o braço, mas não conseguia, sentou se afastar mas a mulher a agarrou, tudo no quarto estava em chamas de cima a baixo, o fogo se espalhava para fora do quarto, a menina tentou se afastar mas a mulher puxava ikaros para mais perto agarrando bem seus braços.
-Você é humana, seu sangue é humano... eu sei que é, me dá só um pouco... só isso e vou ficar bem. Umas gotas e eu fico curada, eu vou ficar bem, vou sim - ela agarrou o braço ferido de ikaros olhando o sangue, um sorriso surgiu em seus labios e ela inalou o cheiro do sague como se fosse nectar
-Me solta - Ikaros pediu nervosa - Por favor me solta
-Me dá - a mulher de pele azul passou sua longa lingua no braço de ikaros, sugando cada gota que podia, ela espremeu o braço da garota tentando estrair mais sangue mais nao conseguiu, ela se levantou e lançou Ikaros contra a parede de uma so vez fazendo a menina bater a cabeça - Você vai me dar seu sangue, por bem ou por m*l.
A mulher parecia aumentar sua força , Ikaros viu a empregada na porta, ela teve tempo apenas de usar seu controle sobre o ar para lançar a empregada para longe antes da grande explosão. Kalona e os outros que já estavam indo para a enfermaria apressaram ainda mais depois que ouviram o barulho da explosão, todos preocupados com o que havia acontecido ali dentro.
-Ikaros, pelos deuses, o que aconteceu aqui? - ele perguntou a sua irmã já entrando com tudo na sala, que ainda estava quente devido a explosão.
Ikaros estava encostada na parede com seus cabelos em chamas e era possível ver saindo fumaça de seu corpo, fora isso a garota estava bem. Ela acabou absorvendo o fogo e graças as suas roupas novas feitas de pele de salamandra a menina permanecia vestida. A outra mulher se encontrava no chão desacordada com seu corpo também coberto por fumaça.
-Eu estou bem, obrigada pela preocupação Kalona, o que aconteceu foi que ela surtou enquanto limpava o ferimento no braço dela, então ela começou a ficar estranha e entrou em combustão. E tentou beber meu sangue dizendo que precisava dele para se recuperar, ela me jogou contra a parede e foi ai que houve a explosão, mas absorvi o fogo e ela caiu desacordada - A riuva falou olhando para a mulher de pele azul que ainda estava no chão perto dela e mesmo desacordada, seu corpo ainda emanava certo calor.
-Isso foi muito estranho, ela mudou a sua feição totalmente,ficou descontrolada.
Kalona olhou para os outros com a expressão nem um pouco amigável, a situação dos possíveis ataques das sirenas já era r**m e agora isso só, complicava ainda mais. Ele então se virou para sua irmã e começou a falar.
-Ikaros, essa mulher é uma sanguinis. Eles se alimentam de sangue, principalmente sangue humano, mas existem alguns que se alimentam de sangue de outros seres místicos. Eles não são de uma raça exclusiva, existem outros sirens, fadas e até mesmo elfos sanguinis. Eles surgiram da parte de seres místicos que sempre foram contra os humanos, são muito perigosos, naturalmente já são fortes e têm as habilidades naturais das suas raças, e quando provam o sangue humano, eles ficam ainda mais fortes entrando em meio de um frenesi. Um estado de selvageria movido unicamente pelo instinto de se alimentar.
Ikaros ouvindo tudo aquilo, passou a mão na cabeça onde havia batido e suspirou cansada daquela situação - Não entendi muito bem - ela disse olhando para o irmão.
-Alguns chamam eles de vampiros, eles se viciaram em sangue humano, alguns por poderes, outros por necessidade. Geralmente eles preparam o sangue antes de consumir, mas em caso de extrema abstinência, eles bebem puro mesmo - o Senhor dos Telfilianos disse - Não estão mais seguros aqui, devem partir!
-Não, por favor - Ikaros o olhou implorando - não podemos ser expulsos daqui também.
-Perdoi-me senhorita, se mais sanguinis aparecerem por aqui, irão querer o sangue de vocês primeiro e não podemos expor vocês á esse risco.
-Um pouco de sangue não vai nos m***r - Ikaros quase gritou.
-Mas eles irão, os sanguinis matam. São máquinas quase imparáveis em busca de alimento, eles não podem lutar contra isso e nunca vão poder. Vocês irão partir e não vou repetir - disse o soberano encarando Ikaros.
-Ikaros... - Lyarah tentou falar
-Se é o que deseja - disse a ruiva saindo andando furiosamente batendo seu ombro contra o do soberano.
-Um dia ela irá entender - ele disse se encostando na parede enquanto todos os outros saiam.
-O senhor acha? Ou acabou de tirar dela o único lugar que eles ainda tentavam chamar de lar? Pai, eles perderam a avó, a casa deles e até a liberdade pela gente e o que ganharam? Serem expulsos dessa forma, não me surpreenderia se eles nunca mais voltassem aqui
ao terminar Lyarah saiu quase correndo deixando seu pai sozinho com seus pensamentos.
A mulher parecia aumentar sua força , Ikaros viu a empregada na porta, ela teve tempo apenas de usar seu controle sobre o ar para lançar a empregada para longe antes da grande explosão. Kalona e os outros que já estavam indo para a enfermaria apressaram ainda mais depois que ouviram o barulho da explosão, todos preocupados com o que havia acontecido ali dentro.
-Ikaros, pelos deuses, o que aconteceu aqui? - ele perguntou a sua irmã já entrando com tudo na sala, que ainda estava quente devido a explosão.
Ikaros estava encostada na parede com seus cabelos em chamas e era possível ver saindo fumaça de seu corpo, fora isso a garota estava bem. Ela acabou absorvendo o fogo e graças as suas roupas novas feitas de pele de salamandra a menina permanecia vestida. A outra mulher se encontrava no chão desacordada com seu corpo também coberto por fumaça.
-Eu estou bem, obrigada pela preocupação Kalona, o que aconteceu foi que ela surtou enquanto limpava o ferimento no braço dela, então ela começou a ficar estranha e entrou em combustão. E tentou beber meu sangue dizendo que precisava dele para se recuperar, ela me jogou contra a parede e foi ai que houve a explosão, mas absorvi o fogo e ela caiu desacordada - A riuva falou olhando para a mulher de pele azul que ainda estava no chão perto dela e mesmo desacordada, seu corpo ainda emanava certo calor.
-Isso foi muito estranho, ela mudou a sua feição totalmente,ficou descontrolada.
Kalona olhou para os outros com a expressão nem um pouco amigável, a situação dos possíveis ataques das sirenas já era r**m e agora isso só, complicava ainda mais. Ele então se virou para sua irmã e começou a falar.
-Ikaros, essa mulher é uma sanguinis. Eles se alimentam de sangue, principalmente sangue humano, mas existem alguns que se alimentam de sangue de outros seres místicos. Eles não são de uma raça exclusiva, existem outros sirens, fadas e até mesmo elfos sanguinis. Eles surgiram da parte de seres místicos que sempre foram contra os humanos, são muito perigosos, naturalmente já são fortes e têm as habilidades naturais das suas raças, e quando provam o sangue humano, eles ficam ainda mais fortes entrando em meio de um frenesi. Um estado de selvageria movido unicamente pelo instinto de se alimentar.
Ikaros ouvindo tudo aquilo, passou a mão na cabeça onde havia batido e suspirou cansada daquela situação - Não entendi muito bem - ela disse olhando para o irmão.
-Alguns chamam eles de vampiros, eles se viciaram em sangue humano, alguns por poderes, outros por necessidade. Geralmente eles preparam o sangue antes de consumir, mas em caso de extrema abstinência, eles bebem puro mesmo - o Senhor dos Telfilianos disse -