Capítulo 63. A dor da ausência

2103 Palavras

Um mês depois... Os gritos ecoavam pelo ambiente hostil do ginásio improvisado, o homem precisou entrar numa sala a parte para escutar a ligação telefônica. Era uma espécie de camarote protegida por um vidro a prova de som. De lá era possível ver a arena. — Onde você está? — A impaciência na voz da mulher era notória. — Você sabe exatamente onde estou - O homem respondeu, sem se alterar. Houve um breve momento de silêncio do outro lado da linha. — Como ele está? Edgar Bolivatto olhou para o amigo na arena de lutas. Tinha pena do desavisado que estava enfrentando-o. — Surtado — respondeu por fim. —Ah... Quase riu com a reação da esposa. Camila sempre tinha uma resposta para tudo. Agora estava calada. Na verdade, a situação não era nada engraçada. Todos estavam perdidos diante dos a

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