Observando os passos do primo nos últimos dias e tentando pará-lo, Jane Barros chegou uma conclusão óbvia. — Ele vai morrer e já não há mais nada que eu possa fazer. A questão era: quem chegaria primeiro. Qual desafeto o encontraria depois de ter feitos tantas besteiras? A afirmação fria de Jane foi feita diante do tio em um dos seus raros encontros, afinal ela foi aquela que apesar de não ter brigado com ninguém, aceitou seguir e trabalhar com o primo proscrito. Ela aceitou para si a missão cuidar de um homem incontrolável. Sua posição no caso de Renato foi meramente estratégica. Se continuasse sob a jugo dos parentes, seu papel seria arranjar um marido e no máximo, comandar alguns grupos de mulheres na igreja, que teriam tanto poder de opinar, quanto ela mesma. Para Jane, essa era

