Aquela mulher era uma peste. E tê-la tão perto não permitia que pensasse com clareza. Ainda assim, Marcelo buscou mostrar serenidade. — Rosana, eu não sou um animal, é obvio que vou esperar você se recuperar. Não há pressa... — O que foi? Dando para trás no seu plano fantástico? — Perguntou irônica. Marcelo odiava aquilo, ela o estava desafiando, querendo dominar a situação como sempre, mas ele não era mais um adolescente deslumbrado. E a sua princesa precisava saber disso. Precisava saber que já não estava sob seu domínio. Mas não seria tão fácil quanto ele esperava. Agarrando-a pelos cabelos, provocou-a com beijos e mordidas na face, ombro, pescoço, na nuca, enquanto uma mão a sustentava contra si, a outra buscou sua i********e. Ela estava... Gotejante. Então a princesa de gelo não e

