O ar dentro do galpão ficou sufocante depois daquelas palavras. — Vocês são um casal doente. A vítima m*l terminou de falar e Leon já havia segurado o braço de Morgana com força, impedindo que ela avançasse. O toque foi elétrico. Brutal. Necessário. Por um segundo, nenhum dos dois se moveu. Os olhos se encontraram e, pela primeira vez em semanas, não desviaram. Havia raiva ali, sim. Mas também havia fome. Uma fome antiga, sufocada, que agora queimava sem disfarce. — Cala a boca — Leon rosnou para o homem, sem tirar os olhos dela. Morgana sentiu o calor da mão dele atravessar o tecido da roupa e marcar sua pele. Seu corpo reagiu antes da mente. O pulso acelerou. A respiração ficou mais curta. Eles conseguiram as informações. Claro que conseguiram. Morgana terminou o serviço com a frie

