O Caminho de Volta e as Confissões do Coração Depois do café da manhã, o tempo pareceu passar mais rápido do que Margarida gostaria. A mesa já estava limpa, a cozinha organizada, e aquele clima de i********e tranquila começou, aos poucos, a dar lugar à realidade do dia a dia. Hugo observava Margarida enquanto ela terminava de arrumar a bolsa. Havia algo diferente nela. Mais leve. Mais segura. E isso o deixava feliz — e orgulhoso. — Eu te levo em casa — disse ele, pegando as chaves do carro. — Obrigada — respondeu ela, com um sorriso que não escondia a alegria. No elevador, ficaram em silêncio, mas era um silêncio bom. Hugo segurava a mão dela, e Margarida não sentia vontade alguma de soltar. Ao chegarem à garagem, ele abriu a porta do carro para ela, num gesto simples, mas cheio de cu

