Ele ainda está de pé na minha frente, me olhando a espera de que eu diga alguma coisa e como não esboço nenhuma reação, ele continua. — Bom, é que como você disse que estava muito sobrecarregada e não ia sair para almoçar, eu tomei a liberdade de trazer o almoço até você. Espero que não se importe — diz enquanto tira algumas bandejas de isopor de dentro das sacolas, as arrumando sobre a mesinha de centro. — Hã, é... — pigarreio antes de falar. — Não, tudo bem! — Me pego dizendo e me levantando da minha cadeira. — O que você trouxe? Confesso que estou surpresa com a minha reação e com o sorriso estampado na minha cara também. — Comida chinesa, você gosta? Se não gostar, eu posso pedir outra coisa. — Adoro comida chinesa! — digo o interrompendo. Me aproximo dele para olhar a comida, senti

