WINTER No dia seguinte, quase corri para o quarto de Emma porque ela não estava lá quando me arrastei para a cama ontem à noite. Apenas a protuberância na cama me diz que ela está dormindo muito além de seu alarme habitual de 6 da manhã. — Emma. — Sussurro como se estivesse com medo do estado em que ela estará e tudo que recebo em troca é um gemido suave. — Não pode ser de manhã já. Vá para a cama. Pulando na cama, eu a agito para acordá-la. — Já são 9 da manhã. Vamos nos atrasar para a aula. — O que... — O edredom cai para trás enquanto ela se senta em pânico e esfrega os olhos em espanto. — Oh meu Deus, por que meu alarme não me acordou, por que você não me acordou e por que Deus não me acordou? Ela se prepara para pular da cama e eu a puxo de volta, rindo. — Está bem. Não

