As horas pareciam estar paradas, cada minuto parecia uma eternidade, mas assim que o alarme soou, ele saiu e seguiu sozinho, enquanto eu fiquei esperando que a sala esvaziasse para que eu pudesse subir. A verdade é que eu nunca tinha ido naquela área e, quando cheguei à escada e comecei a subir, me senti um pouco tensa. Não havia nada, só era um pouco silencioso. Assim que chego à cobertura, encontro-o olhando para o horizonte, como se estivesse com os pensamentos ao vento. Aproximei-me, parando ao seu lado, o observando um pouco insegura. Olho ao redor e parece que aqui em cima há um pequeno armazém ao lado da cabine da escada e, à frente, o peitoril e a barra de proteção onde ele está. — Então... o que está acontecendo? — Perguntei, tentando quebrar o silêncio. Ele, de repente, se vi

