CAPÍTULO 2

2128 Palavras
Maldição, Jonas disse entre os dentes e colocou as calças com tanta pressa que a umidade de seu sêmen se misturou com sua pele quente, criando uma sensação desconfortável dentro de suas calças. Ele foi forçado a disfarçar que tudo estava bem. — Desculpa, Laura, não queria que me visse assim… — Não há o que se desculpar, Sr. — ela explicou, mesmo sem olhar para ele, assumindo que ele estava no banheiro e com as calças para baixo por outro motivo. Podemos compensar este momento embaraçoso com um jantar, ele a convidou e se aproximou para intimidá-la. Laura prendeu a respiração e riu. Você não quer colocar seu pênis dentro de mim, ouvir seu riso, parece o riso de um palhaço bêbado. Ela enterrou sua consciência, aquela que o ajudou a caçar boas presas para ir para a cama. Ele recuou e tocou a mão da Laura, procurando acender de novo, procurando por aquela eletricidade que a menina o fez sentir e sem sequer tocá-la. — Lamento, Sr. Jonas, meu noivo não gosta que eu saia com outros homens. — Laura, timidamente, até rindo da proposta sutil do homem. — Prometida? Você não é um pouco jovem para isso? — Perguntou ele, irritado com a recusa de Laura. Ela é uma i****a, ninguém recusa meus encantos. Ela continuou com sua pequena voz irritante e Jonas queria desligá-la, só que ele ainda não percebeu como. — Ahhh, murmurou Laura, confusa. Eu conheci meu namorado na universidade e há alguns meses começamos a planejar nosso casamento — ela explicou seriamente, como se o casamento realmente importasse para ele. Vou vomitar outra vez, a voz dela me cansa. É um jantar de negócios, não vou tocá-la, Laura. — Negócios? É assim que me chamo agora? E enquanto você as fode, você fala com elas sobre comércio internacional ou transações fraudulentas? A voz de sua consciência e não conseguiu conter um sorriso devido às ocorrências disso. — Sim, então. - Ele respondeu entre seus pensamentos e, naturalmente, um sorriso foi desenhado em seus lábios, um sorriso malévolo, mas sensual. — Não posso, Sr. Jonas, a minha avó viaja hoje e tenho um jantar de boas-vindas para organizar, mas a próxima semana estarei disponível. Espera-se fodê-la em qualquer lugar, ele não se importava onde ou o tratamento que ele ia dar a ela, ele só queria afundar e apalpá-la enquanto estava somente matando a fome de seu desejo. Jonas balançou a cabeça para remover as cenas imaginárias que estavam chegando à sua cabeça e se aproximou da mesa novamente onde ele a havia entrevistado; lhe entregou os documentos normalmente. — Vejo você na segunda-feira, se despediu e beijou sua bochecha. Ele fechou os olhos e gostava da fricção mínima de seus corpos; ele continha o ar quando seu nariz foi recebido com o rico aroma da menina. Ele queria agarrá-la nas costas e montá-la, mas tinha que ser contido, porque certamente irá ser denunciado por assédio no trabalho e então somente se contentou com um beijo em sua bochecha. — Obrigado por tudo, Sr. Jonas, estou muito grato. — E eu muito. — ele respondeu e as caretas de espanto de Laura foram corrigidas: que você é muito inteligente. Laura enrugava a sobrancelha diante de sua resposta; suas dúvidas eram apocalipses devido ao charme que o homem produzia. Além disso, ela já tinha emprego e novas oportunidades surgiram para ela. Na verdade, se ela realmente soubesse que seu chefe só estava querendo fazê-la de sobremesa. O que Laura não sabia era que Jonas acabou de contratá-la, para outros planos, para sua estadia na empresa e para o seu futuro. Planos que iriam mudar toda a sua vida. Laura pegou o ônibus e ouviu música durante sua viagem, ansiosa para relaxar depois de uma tarde tão tensa. Ela ainda tinha vergonha do que aconteceu em sua entrevista, mas ficou confortada ao saber que pelo menos conseguiu o emprego. Jonas achou difícil interpretar e tão profundo que Laura apostou no que um dos outros teria contratempos durante sua estadia na empresa Plena Gons. Ela estava ansiosa e muito inquieta; ficou pensando porque Jonas havia seguido em frente para contratá-la e, embora a atual secretária dele tivesse explicado a ela que o trabalho não era complicado, ela podia sentir que a coisa era mais escura do que foi falada. Laura desceu do ônibus dois quarteirões antes de chegar ao seu destino e tirou os fones de ouvido para ouvir seus pensamentos enquanto caminhava em um ligeiro ritmo para casa. — Precisamos do dinheiro, Laura, o suficiente para viver seu pobre pai. — É um bom salário e é fácil, não seja tão preguiçosa. — Vai ser somente oito meses, o tempo voa. Não foi uma novidade que somente oito meses de trabalho foram garantidos, já que Alessandra, atual e ex-secretária de Jonas, deixou seu cargo devido à gravidez, que seu chefe respeitava com grande empatia. Mas para Laura, esse tempo foi o suficiente. Ela tinha que levantar o dinheiro para seus preparativos de casamento e lua de mel. Nos arredores da casa de seus pais, ela conheceu seu noivo e deu um suspiro quando entendeu que deveria explicar ao homem controlador que a acompanhava dia e noite. Eu não podia dizer que meu chefe, Jonas Casa Grande, era um homem de negócios alto e bonito. Ela teve que evitar suspirar enquanto falava sobre ele, o tamanho de suas mãos e seu olhar escuro, mas quente. Teve que evitar lembrar seu aroma e, sem dúvida, teria que tomar um banho de água fria para remover as cócegas que o homem havia deixado em sua pele depois de sua rara e intensa despedida. Então, na segunda-feira, Bruno insistiu, e deitou-se na cama da menina. Pelo menos já conseguimos algo na loja e acalmamos os braços debaixo da parte de trás da cabeça para seguir a Laura com os olhos. Ele era um perseguidor. Como correu? Ela perguntou sem olhar e tirou a blusa, que ela entornou café. — Eles vão me ligar. — Laura mentiu. O casal estava procurando por empregos temporários, o que os ajudaria a pagar seus sonhos, mas a verdade era que somente Laura estava tentando. Bruno nem sequer havia escrito sua carta de apresentação e ainda estava preso na frente da TV e seu Xbox360, jogando e bebendo cerveja barata para passar as tardes de primavera. Algo que Laura flutuou e escondeu-se no banheiro do seu quarto para encontrar alguma paz. Ela se sentou na beira da banheira, abriu a torneira de água quente e, enquanto esperava, verificou seu telefone celular, desejando encontrar um pouco de distração entre suas mídias sociais, mas só encontrou um e-mail de Jonas e o intestino semeava para ele somente ler seu nome. Sr.Laura Vilela. Por favor, especifique o seu endereço pessoal para lhe enviar o seu uniforme corporativo e alguns outros pertences que você irá usar durante a sua estadia no Plena Gons, incluindo a nossa política interna. Atenção de forma,Jonas Casa Grande. Laura não hesitou por um segundo e respondeu sem mudar o assunto. Embora ela tentasse se expressar formal e diretamente, ele não teve sucesso e respondeu a um monte de palavras e frases que não faziam muito sentido a Jonas.. Sr. Jonas. Eu não acho uma boa ideia me trazer o uniforme em minha casa, embora você seja bem-vindo para jantar conosco. A minha avó acabou de voltar de viagem e seria divertido tê-lo na mesa, então você pode explicar a política para mim, porque eu não entendi muito o que Alessandra me detalhou. Eu moro na Avenida paulista .6103. É uma casa de dois andares e um grande árvores de ipê azuis. Obrigada! Laura Vilela. Do outro lado da tela e ainda trancado em seu escritório, Jonas ficou chocado com a resposta inconsequente da menina e ousou duvidar de seu correio inicial. Ele verificou seu pedido principal pelo menos duas vezes e leu em voz alta o que elea havia escrito para ele antes, incrédulo, então Laura estava dizendo a ele: estava convidando-o para sua casa e jantar com sua família. Por favor, especifique o seu endereço pessoal para lhe enviar o seu uniforme corporativo e alguns outros pertences que você vai usar durante a sua estadia no Plena Gons ler atentamente, cavando entre as linhas. Onde é que estava escrito que ele ia fazer a entrega? Por que você se atreve a convidá-lo se ela havia rejeitado anteriormente? Jonas pensou e mergulhou entre seus pensamentos e ficou paralisado sem entender o que a jovem estava dizendo para ela, mas depois de pensar em detalhes da resposta louca de Laura ele riu e tocou a borda da camisa em busca de ar fresco. Imaginar a menina na naturalidade de sua casa foi emocionante, tanto quanto lembrá-la de quatro, rastejando através de sua sala de reuniões, com uma saia leve e apertada. Ele tinha esperanças de encontrá-la em uma calça presa à b***a e quadris; um top a meio abdômen, cabelo solto e língua impertinente. Ele suspirou e levantou-se de sua mesa com pressa e tomou uma decisão. Uma decisão não seria muito séria ou muito boa. Do outro lado da tela, Laura deixou seu celular no esquecimento, e se concentrou em tomar um banho e se vestir levemente para se trancar na cozinha de sua casa para receber sua querida avó. Ela preparou batatas assadas e as recheou com queijo e cebola; pimenta e sal. Quando selou a carne em um prato elétrico que seu pai lhe havia dado no Natal passado, bebeu vinho, desejando desligar a revolta das entranhas que tinha desde a entrevista. Ela emparelhou o cabelo atrás das orelhas algumas vezes e bebeu mais vinho, enquanto ouvia o riso dos seus pais e noivo, que ouviam atentamente as histórias engraçadas de sua jovem avó. Laura se sentou à mesa quando pensou que tudo estava em ordem e tirou o avental que trancou a cintura para acomodá-la em suas pernas. Ela se serviu de um quarto copo de vinho e tagarelava despreocupada enquanto sua avó era sua principal ouvinte e conselheira. A única que a entendeu. — Oh, querida, se eu soubesse que você ia se casar, eu não teria ido gastar todo o meu dinheiro nessa viagem, disse a vovó, quando soube que sua neta havia encontrado trabalho apenas para pagar o seu casamento. — Não, avó, não se importa, está tudo em ordem, eu começo na segunda-feira no Plena Gons, ela disse, mencionando a renomada empresa e não deu importância ao timbre barulhento de sua casa que ecoou por toda a propriedade. Seu pai se levantou da cadeira e caminhou até a porta e, naquele momento, foi que Laura encontrou alguns segundos de alívio, que se sentiu invadida com tantas perguntas loucas e desconfortáveis. Eu não estava preparado para aceitar que em breve deixaria de ser uma mulher solteira. Ele teve dificuldade em entender o que seria de seu futuro com o homem preguiçoso que ele tinha ao seu lado. Ela vivia na incerteza. Eu não sabia se eu poderia terminar meus estudos, conseguir um emprego estável e começar uma família. — Laura, você tem uma visita. - disse seu pai da sala e Laura virou a cadeira, e ficou preocupada. Quem poderia ser, se seus amigos estivessem do outro lado da cidade, na faculdade e, seu namorado estava ao lado dela, comendo em silêncio? A jovem levantou-se da cadeira com dúvidas e pegou o avental da cozinha em suas mãos, nervosa com essa estranha mudança de rotina, a que ela geralmente não frequentava. Ela mordeu o lábio inferior quando seus olhos encontraram seu novo chefe. Ela abriu a porta da frente para sair e se fechou atrás dela com medo, desejando que Jonas não descobrisse quem estava visitando-a do outro lado da porta. O homem parecia dez vezes melhor na luz do pôr-do-sol e os últimos raios de sol o favoreceram completamente. Ele carregou um vinho entre as mãos e, ao lado dele, uma caixa marrom o acompanhou. — O que está a fazer aqui? Laura ousou perguntar sem hesitar e Jonas ficou ainda mais confuso. — Você me convidou, senhorita Laura.- ele respondeu e aproveitou o descuido da jovem para dar-lhe um olhar detalhado da cabeça aos pés. Ela tinha o cabelo solto e suas bochechas vermelhas o favoreciam. Um vestido apertado e decote e no joelho o deixou flutuando e, a magreza do tecido, mostrou-lhe os detalhes que ele desejava explorar. — Eu não o convidei, senhor, eu fui apenas educada. - ela respondeu e olhou pela janela, cuidando de Bruno ainda em sua cadeira e na frente do seu prato de comida. O que eu queria dizer era, eu não queria vê-lo por perto. Ele ficou sério e se atreveu a olhar-o na cara.
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