— Luara Cavalcanti — Estava na casa da Helga quando amarraram ainda mais forte meus pulsos e taparam minha boca com fita, olho assustada pro lado e pro outro e vejo o tal Sam comigo em seus braços, me debato, grito com a fita na boca, mas em vão. O homem me tira de casa e me coloca dentro da mala de um conversível com uns furos na lateral, como sou pequena, não dificulta muito, mas a falta de oxigênio no local me deixou absurdamente enjoada e com falta de ar. Chuto a lateral do carro e bato com os braços presos numa corda, conforme o carro anda, sinto meu estômago revirar e a falta de ar, inspiro e expiro umas 9x, na 10x eu vou tombando a cabeça pro lado e com a visão escurecendo, suor frio descendo pela minha testa e pescoço, jogo a cabeça pra trás e desmaio. Acordo novamente com alguém

