Mari Dormi igual um neném dentro do ônibus que já havia chegado na rodoviária da minha cidade. Chamei um taxi colocando minhas mala dentro e passei o dedo entre o cordão que estava no meu pescoço que Pedro havia me dado e sorri lembrando dele. Minutos depois já estava na porta de casa e ouvi a risada gostosa de Vicente, que veio correndo abrir o portão. Mari: amor... - falei abraçando ele - mamãe tava morrendo de saudades. Vicente: a vovó fez bolo, vem comer mamãe. Mari: é? Bolo de que? Vicente: chocolate, vem. - falou puxando minha mão. Entrei vendo minha mãe falar no celular e rindo. Estela: achei que chegaria mais tarde, minha filha. Mari: odeio viajar de madrugada, a senhora sabe. Estela: me conta, como foi a viagem? Gostou? Arrumou algum namorado por lá? Mari: eu conheci u

