MARIANA — A minha prima! — Exclamo com a cabeça em seu peito, minhas pernas estão bambas e eu m*l estou me sustentando em pé. — Onde é o seu quarto? — Vinícius não dá ouvido ao que falei, se abaixa e me pega no colo como se eu fosse um saco de batata me pondo em seu ombro, quando penso em reclamar ganho um tapa generoso na b***a. — Aiii. — Gemo mais pela surpresa do que pela dor. — Isso é para aprender a nunca mais sair daquela maneira, me deixando doido e preocupado. — Bate outra vez grunhido feito um doido varrido. — Você não sabe como estou queimando em raiva Mariana! — Outro tapa, dessa vez do outro lado. — Pensei que já tinhamos passado dessa fase. — Digo e sinto ligeiramente que o provoquei Sinto o lugar a qual ele bateu formigar, Vinícius rapidamente acha o quarto e adentra o

