Carina A investigação sobre os Rossi não era mais apenas um caso jurídico; era uma maldição que consumia meus dias e roubava meu sono. Meu escritório, antes impecavelmente organizado, havia se tornado um caos. Papéis espalhados por todas as superfícies, fotos de transações e esquemas conectadas por linhas vermelhas em um quadro que dominava a parede. Cada ponto de ligação me levava de volta ao nome que eu não conseguia escapar: Dante Rossi. Ele não era apenas um empresário renomado, como a maioria acreditava. Não, Dante Rossi era o maestro de uma sinfonia obscura, o coração pulsante de uma rede criminosa que controlava Palermo com uma eficiência implacável. Mas provar isso era como tentar pegar um fantasma. Lorenzo, meu assistente, entrou no escritório com sua expressão sempre séria. El

