Evelyn estava cursando o pré-vestibular, mas algumas vezes matava aula para ficar namorando na praça em frente, onde a iluminação era escassa. Sempre procurava ficar no lado mais escuro, onde ela já ia sem calcinha, permitindo que o namorado dedilhasse sua xotinha enquanto ela punhetava o p*u dele. A adrenalina de sentir o perigo de ser flagrada por alguém a deixava extremamente excitada, fazendo-a gozar rapidamente. — Evelyn? — ouviu a voz do pai, e quase teve uma parada cardíaca. Tentou ajeitar a saia rapidamente, mas seu namorado, assustado, deu um pulo, saiu correndo e a deixou ali, sem saber o que fazer. — Vamos pra casa, agora! — ordenou o pai, com a voz firme. Com o coração disparado, Evelyn caminhou atrás dele até o carro. Entraram, e ele deu partida, começando a dirigir. — Que

