TIGRESA, SOL, LUA E BLACK O suave miado dos filhotes enchia o ar com um som quase musical, enquanto o cheiro de leite morno e ração se misturava ao perfume de lavanda que Melina usava para perfumar o apartamento. O sol da manhã filtrava-se pelas cortinas de linho, criando faixas douradas sobre o tapete e iluminando a cena diante de Blade — uma mulher ajoelhada no chão, com os cabelos ruivos presos de forma descuidada, acariciando uma gata que havia acabado de encontrar abrigo ali. Ele parou na soleira da porta, as mãos nos bolsos e o olhar curioso. A luz suave da manhã dançava em seu rosto, enquanto ele se permitia explorar o momento; a cena diante dele era uma pintura viva de ternura e esperança. — E você já nomeou os novos moradores? — perguntou com um meio sorriso, a voz rouca de q

