Naquela mesma noite, em um apartamento em Nova York, Hellen estava sentada diante do espelho, observando sua própria imagem refletida. Ela acabara de retornar de mais uma sessão de terapia com o Dr. Vargas, determinada a confrontar e mudar certas coisas em sua vida. Diante do espelho, Hellen sentiu a dor da lembrança de Mateo penetrar em seu peito, um aperto familiar que ainda a assombrava. Mas ao mesmo tempo, uma determinação feroz queimava em seu interior. Ela sabia que tinha um caminho a seguir, um processo de cura e autoconhecimento que precisava percorrer antes de estar pronta para se entregar a um relacionamento novamente. Ela recordou os momentos com Mateo, os sorrisos compartilhados, os segredos revelados, e o amor que começou florecer entre eles. Mas a distância que os separava

