Era por volta das seis horas da noite quando Iana Ricci, acompanhada de seu braço direito, Hugo Caversan, desembarcou no aeroporto de Nova York. As luzes brilhavam intensamente, criando um ambiente agitado e movimentado. Pessoas de todas as partes do mundo transitavam pelos corredores, carregando consigo a atmosfera cosmopolita característica da cidade que nunca dorme. O aeroporto, com seus anúncios incessantes, sons de carrinhos de bagagem e vozes animadas, criava um cenário caótico, mas Iana parecia destemida. Seu olhar sério e determinado contrastava com o tumulto ao redor. Ela estava atrasada, ciente disso, mas as circunstâncias do cancelamento do voo no dia anterior haviam gerado um nervosismo inusitado nela. Contudo, agora, ali estava, pronta para enfrentar o que quer que viesse. A

