Peter respirou fundo, sentindo como se estivesse prestes a abrir seu coração para o mundo. Inclinando seu rosto para encontrar os olhos de Iana, suas mãos pareciam ter vontade própria, uma pousando em suas costas, a outra contornando delicadamente seu rosto. Ele murmurou baixinho, com toda a sinceridade que tinha dentro de si: "Eu amo você." Iana m*l podia acreditar em seus próprios ouvidos. "O que?", ela sussurrou, os olhos arregalados de surpresa. Peter repetiu, mais firme desta vez: "Eu amo você. Sei que sempre fui um monstro sem alma, alguém incapaz de amar. Mas você chegou, com sua luz, iluminando minha escuridão, e meu coração se tornou capaz de amar. E só pode amar você. Eu te amo, baixinha." Lágrimas começaram a escorrer pelos olhos de Iana enquanto ela processava as palavras d

