Peter sente a fera dentro de si rugindo de satisfação, alimentada pelo medo que permeia o ar e pela adrenalina pulsando em suas veias. Hellen, sem demonstrar nenhum sinal de fraqueza ou medo, apenas intensifica o desafio que o consome. Ela não luta contra ele, não suplica por piedade. Ao invés disso, permanece firme, desafiadora, como se estivesse desafiando-o a ir além. A raiva de Peter é como um fogo descontrolado, consumindo tudo em seu caminho. Ele sente o peso da vida de Hellen em suas mãos, sua vulnerabilidade, sua fragilidade. Mas em vez de recuar, ele mergulha ainda mais fundo, cedendo aos impulsos sombrios que o consomem. Então, em um momento de crueldade e desejo, ele a solta e a beija. É um beijo invasivo, cheio de intensidade e domínio. Ele a morde, provocando uma mistura de

