Capítulo 14

1835 Palavras
Jonathan on Milly estava muito quente, levamos ela pra alcateia pois eu já sabia o que estava acontecendo, chegamos avisamos o Alfa e meus pais. Agora estávamos todos na sala da casa principal esperando para que acontecesse, Lorena me ligou e logo chegou, Milly estava com medo, olhou pra Lorena e a mesma foi até ela sentado ao seu lado e à abraçando. Lo: Vai ficar tudo bem ta?? - milly apenas assentiu. (...) Emilly havia dormido e nós estávamos todos cansados de esperar até que: Lo: A temperatura dela aumentou, Milly acorde!! Ela acordou devagar fazendo careta. Milly: Meu corpo dói, muito Me levantei, peguei ela no colo e levei ela pra fora, coloquei ela sentada no chão. Milly: Irmão eu to com medo - ela começa a chorar. Eu: Eu confesso a você que vai doer muito, então quando começar feche os olhos e grite o mais alto que conseguir, concentre-se apenas em gritar e não na dor, isso vai fazer que em alguns momentos você esqueça dela. Milly: Ta bom. Me afastei dela e ela começou a gritar se contorcendo no chão, Lorena me abraçou e escondeu o rosto no meu peito, eu apenas apertei ela em mim. Emilly parou de gritar e me olhou com os olhos brancos e com as presas a mostra. Meus olhos ficaram brancos também e ela finalmente se transformou em uma loba preta assim como eu, uivou e correu pra floresta. Eu e meu pai nos transformamos e corremos atrás dela logo vi a loba de Lorena atrás de mim. Paramos quando vimos ela devorando um coelho, assim que terminou ela nos olhou e sentou. Eu: Se sente bem?? Milly: Até demais - abana o r**o. Eu: ótimo - olho pra Lorena que estava sentada do meu lado. Minha mãe chega e anda até ela. Gabriela: Vamos passear um pouco, venha Gabriel. Eles vão e eu fico com Lorena, olho pra ela. Lo: Que foi? Eu: Nada Ela levanta e sai andando. Eu: Onde você vai? Lo: Vem vamos passear. Levanto e vou com ela. Ficamos um tempo andando, ela para e volta a forma humana. Lo: Vem - corre pra perto de um lago, senta na beira dele e põe a mão na água. Volto a forma humana também e vou pra perto dela me sentado na frente dela.Ela me olha e sorri. Fico olhando em volta e sinto ela sentar no meu colo, a olho. Eu: Que foi?? Lo: Gosto de ficar perto de você. - me abraça. Eu: Eu também - retribuo o abraço. Lo: Você ta quente. Eu: É porque eu estava transformado. Lo: hum... fica quente assim depois de outra coisa também? - fala baixo, mas eu consegui ouvir perfeitamente. Eu: oi?? Lo: você não ouviu nada. Eu: Ouvi, ouvi muito bem aliás, sua safada. Lo: Eu não pude evitar foi m*l. Eu: Tudo bem, você quer descobrir? Lo: Não - fala rápido, rio Eu: Só pra não te deixar curiosa, eu fico sim. - falo no ouvido dela, ela arrepia Lo: Não era pra responder. Eu: Ué então não pergunta - rio. Lo: Você é um chato safado. Eu: E você me ama mesmo assim - aperta ela Lo: Pior que amo mesmo. - sorri (...) 2 Anos Depois Gabriela: Filho você vai fazer faculdade? Eu: Não sei, eu acho que não. - dou de ombros. Gabriel: Vai no treino essa semana? Eu: Vou amanhã hoje vou na casa da Lorena Gabriela: O pai dela parou de ser um chato?? Eu: Diminuiu bastante mas ele ainda pega no meu pé. Gabriela: hum... e quando vai me dar netos? Eu: Quando a Lorena resolver - saio do sofá e sento no chão. Milly: Na seca a quase três anos, parabéns você é um vencedor. Eu: Eu nem ligo pra isso. Milly: Deixa eu cortar suas mãos pra ver se você não vai ligar. Eu: Quietinha Emilly - ela começa a rir. - Ai eu to indo, se agora mesmo a coisinha começa a me ligar. Milly: Deixa ela saber que você chama ela de coisinha. Eu: Ela sabe e nem liga. Tchau outra coisinha. Milly: Ah!! por que irmãos mais velhos são tão chatos? Gabriela: É uma regra deles, eu acho. Ignora elas e saio (...) Bato na porta da casa da Lo e logo ela atende. Lo: Demorou - cruza os braços. Eu: Desculpa senhorita estressadinha. Lo: Vem, eu preciso de ajuda com o dever de casa. - entro e ela fecha a porta. Eu: Hum... e burrinha também. Lo: Eu vou arrancar a sua língua. - o pai dela estava igual um cão de guarda esperando na sala. Eu: Bom dia senhor Daniel, como está? Daniel: Eu estava melhor antes de você chegar. Eu: Que pena, eu sempre acabo com o seu dia não é?? Olha o senhor viu que eu tentei atrasar a sua tortura mas se eu chegasse mais 10 minutos atrasado filha iria me matar, então foi m*l ai. Daniel: Obrigado pelo consideração. Eu: De nada - subo as escadas com a Lorena me puxando. - Ei, para de me arrastar. Lo: Cala a boca. Eu: ixii que qui te deu hoje moça ta muito irritada. Lo: Cala a boca Jonathan. Eu: Nossa, ta bom - abaixo a cabeça com ela ainda me arrastando. Entramos no quarto dela ela, fecha a porta e senta na mesa voltando a fazer o tal dever de casa. Eu sento na cama e fico olhando ela. Lo: Vem cá. - levanto e vou até ela - me ajuda com isso aqui. Eu: Se for português num adianta nem eu ler. Lo: Não é português, é química. - fala alterada. Não falo só ajudo ela e sento de novo. um tempo depois ela termina, guarda as coisas e fico mexendo no celular. Eu: Lo? Lo: Que?? Eu: Por que ta brava comigo?? Lo: Não to brava com você? Eu: Não?? imagina se tivesse. Lo: Eu só to irritada com umas coisa que aconteceram na escola. Eu: E o que eu tenho haver com isso?? Lo: Nada. - nem olha pra mim. Eu: E ta descontando em mim por que?? Lo: Desculpa tá?? - me olha séria. Eu: Eu vou lá pra baixo quando se acalmar e parar de gritar comigo eu volto. Lo: Prefere o meu pai te enchendo. Eu: Prefiro. - desço e sento no sofá do lado do pai dela que me olha. Daniel: Que foi? Eu: Nada Daniel: Ela ta brava não é? Eu: uhum Daniel: Não consegue domar a fera? Eu: Quando eu não o motivo e ainda não tenho culpa eu não tenho muito o que fazer. Daniel: Incrível, como você tem resposta pra tudo. Eu: Sou um cara inteligente Senhor Daniel. Daniel: Concordo Eu: Achei que me achasse abusado. Daniel: É abusado mas um abusado inteligente. Eu: Eu não entendo se isso é ou não um elogio. Daniel: É sim um elogio, vindo de mim, é. Eu: Então nesse caso, muito obrigado. Daniel: De nada. - da um pequeno sorriso. Eu: Olha eu to achando que você ta começando a gostar de mim. Daniel: Ei espera ai não é assim também. Eu: Ah vamos, você sabe que eu nunca mais vou sair da sua vida ou da vida da Lorena. Admite que não me odeia. Daniel: Eu nunca te odiei, só aprendi a te aturar. Eu: Oh mais isso já está ótimo. Daniel: Ta muito empolgado garoto. Eu: Me deixe ser feliz. - sorrio e ele ri. De repente vem Lorena andando devagar e com rosto vermelho. Eu: Ei coisinha o que foi?? - levanto ela para na minha frente. Lo: Me desculpa? - fala baixo. Eu: Ta mais acalma? - ela só assenti com a cabeça - claro que desculpo bebê - ela me abraça. Lo: vamos voltar pro quarto?? Por favor. - fala baixo Eu: Ta bom. Até mais senhor Daniel foi o melhor papo em anos. Daniel: Verdade. Subimos pro quarto e me joguei na cama dela. Eu: Quer me contar o que aconteceu que te deixou tão nervosa. Lo: Não, é bobagem. - deita do meu lado Eu: Você que sabe. Me abraça e põe o rosto no meu pescoço. Eu: Vai dormir bebê?? - ela n**a com a cabeça. Ficamos um tempo quietinhos , até que alguém bateu na porta. Eu: Entra. A mãe dela abre a porta. Mãe: Ela ta dormindo?? Lo: Não. Mãe: Tem um amigo seu aqui falando que veio fazer um trabalho. Lo: Ah sim, o Yuri. Mãe: Posso mandar ele subir? Lo: Pode. Ela sai Eu: Quem é esse? Lo: Minha dupla do trabalho de Sociologia Eu: Achei que você só fizesse os trabalhos junto coma minha irmã - sento. Lo: Não fui eu que escolhi foi o professor. Eu: hum... Lo: Ciumento. Eu: Sou mesmo. XxX: Lo? Lo: Aqui Yuri - ela vai até a porta e ele logo entre, me olhando. - Esse é meu namorado. Yuri: Olá eu sou Yuri amigo da Lo. Eu: Uhum, Lorena quer que vá embora?? Lo: Não precisa não amor - sorri. Eles ficaram fazendo o trabalho e riam quando ele fazia alguma gracinha, eu só revirava os olhos. Yuri: Onde é o banheiro? Lo: É a porta a direita do meu quarto - ele levanta e sai do quarto. - John: Eu: hum? Lo: Ta bravo? Eu: Um pouco. Lo: Não fica assim, ele é legal. Eu: Legal demais pro meu gosto. Lo: Para, eu sou literalmente sua esqueceu. Eu: Mesmo assim... - viro o rosto. Lo: Sem ciúmes. Fico quieto. (...) Mais tarde eles terminam o trabalho, ele se despede de mim, ela leva ele até lá em baixo e logo volta. Lo: Seu Aniversário é mês que vem não é? Eu: Uhum. Lo: Ok. Eu: O que você vai me dar? Lo: Surpresa. Eu: Me conta Lo: Não. Eu: Aff eu vou embora. Lo: Não por favor não vai não - me segura. Eu: Calma, ta bom. Lo: Dorme aqui. Eu Você ta doida agora que seu pai ta começando a gostar de mim eu vou fazer um negócio desse? Lo: Por favor, eu falo com ele. Eu: Se ele deixar e não ficar me amolando depois tudo bem. Ela sorri, levanta correndo e sai do quarto. Um tempo depois volta pulando. Lo: Ele deixou ,ele deixou, ele deixou. Mas disse que se ouvir alguma coisa, que seja um resmungo, ele vem aqui. Eu: Ta bom. - me esparramo na cama Lo: Folgado eu quero deitar também. Eu: Deita em cima de mim. Lo: Eu não, vai que você resolve me agarrar. Eu: Lorena amor você não precisa estar deitada em cima de mim pra eu te agarrar, se eu quisesse eu te agarrava agora e você ia ficar indefesa de qualquer jeito então deita logo. Lo: Ta bom, foi m*l ai - deita em cima de mim e eu abraço ele. Eu: Eu só quero carinho, então pode começar com o cafuné Lo: Folgado. Eu: Sempre. ______________________ 🍁🍁🍁🍁🍁🍁🍁🍁 Espero que tenham gostado!! 😘😘
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