(Brandon Haddock.) No espaço entre as sobrancelhas de Daphne um vinco se formou, ela torceu o nariz, realmente afetada enquanto mantinha minha garrafa d'água bem presa em uma das mãos. Algumas faixas enroladas nos punhos era tudo que eu usava para proteger os dedos enquanto socava o saco de pancada pendurado na parede. — Que v*dia. Ela usou você. – Encarei Daphne, irritado, possesso. — Repetir isso não vai me ajudar muito agora. – Reclamei. Daphne já sabia sobre o que aconteceu, pensei que externar talvez pudesse ajudar a libertar a carga de estresse e frustração, mas não tinha funcionado. — E bater nessa coisa até quebrar os dedos vai ajudar? Ignorei a pergunta, focando na raiva que emanava em meus poros. Era tarde demais para fazer algo ou para voltar atrás, eu estava ridiculamente

