Eloá 69

1200 Palavras

Minha cabeça doí, o gosto do sangue em minha boca é forte, a memoria do que aconteceu na entrada da faculdade me invade e eu abro os olhos como posso, meu olho direito não abre sinto ele inchado deve ser da porrada que levei ao resistir quando o cara que me abordou. - Que dor. Sussurro ao tentar me sentar. - Nem me diga. Lara fala e eu me assusto, ela não foi a faculdade hoje a neném dela está doente. - Me pegaram no estacionamento do hospital. Ela fala respondendo a pergunta que nem fiz ainda. - Isso é barulho de avião? Pergunto e ela assente. - Quem nos sequestrou? - Não sei, mas a pessoa tem grana passo a mão na minha perna onde fica o rastreador que Pietro implantou em mim e o local está aberto. - Eles tiraram o meu também. Minha irmã fala e eu passo a mão na minha axila e suspiro

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