Diana dirige em silêncio enquanto eu olho a estrada passar como um borrão pelo vidro. Algumas vezes ela me olha e pousa sua mão sobre a minha coxa apertando a mesma como um gesto solidário e um sorriso se abre em seu rosto cada vez que eu a olho também. – Você quer falar sobre o que aconteceu? – ela pergunta apertando o couro do volante. – Não. Não quero falar. – Brigou com o namorado? – Não Diana. – Me desculpe. – Não foi nada demais. Fecho os olhos com força repreendendo meus pensamentos e Diana estaciona o carro em frente a uma casa branca, com revestimento verde–água em algumas partes. – Chegamos – ela diz destravando as portas com um sorriso no rosto. Desço do carro e caminho com ela até a porta branca de entrada. Ela abre a mesma e eu me surpreendo com o que vejo. O all da

