Baekhyun ficou revirando a comida no prato e suspirou, odiava quando Chanyeol servia apenas a si e não comia, fumando quase uma carteira inteira no lugar da refeição.
Deixou a comida de lado e foi até o quarto, batendo na porta.
— Chanyeol, você precisa comer também.
— Eu disse pra você não vir aqui, Baekhyun. — engoliu em seco, secando as poucas lágrimas nos olhos — Você já comeu? Precisa de alguma coisa que tem aqui?
— N-não.
— Então não fica aqui, volta pra cozinha. — disse entre dentes.
— E-eu posso sentir seu cheiro também, sabia? Não é porque eu não estou te vendo que não sei o que está sentindo. — disse manhoso.
Chanyeol suspirou alto e foi até a porta, assustando Baekhyun quando esta foi subitamente aberta.
— Ah, é mesmo? Quer que eu sente com você na mesa e fale das minhas tristezas, bebê? — falou em um tom de deboche, um tanto amargurado.
— E-eu... estava falando do seu hut. Seu cheiro está forte e... você cheirou meu pescoço de um jeito diferente, eu estava falando disso... — Baekhyun ficou olhando para baixo, deixando um bico se formar em seus lábios.
— Desculpe... talvez seja melhor eu sair de casa esses dias.
— E-e para onde você vai? Você é casado comigo, não pode me trair.
— É mesmo? Que conveniente, porque assim que saímos do nosso casamento você disse que não seria um casamento de verdade. Quer que eu faça o quê, Baekhyun? Sente aqui e espere o meu hut passar bem feliz? Você sabe que eu não preciso estar assim pra sentir seu cheiro a quilômetros, sabe como isso vai doer?
— Só não quero ser traído. — disse com bico — Somos casados, queria ter um casamento certo, já que você fez tudo errado antes.
— É claro, eu fiz tudo errado. Desculpe ter te ajudado com o cio, Baekhyun, desculpe se não deixei meu irmão casar com você e fazer você de pano de chão. Ou você ainda acha o Kris um homem incrível? Viu o jeito que ele surtou quando soube do bebê? Sabe quantas vezes eu senti raiva de você? Eu gritei com você no máximo duas vezes, Baekhyun. Com ele teria sido muito diferente. — disse irritado
— E-eu não entendo o que quer dizer com isso...
— Você é frágil e ele um... merda. Eu só queria ver você bem e tudo que recebo é seu ódio. Outra coisa que seu cristianismo é bem seletivo. Onde está a parte de ser paciente? De amar uns aos outros? De obedecer o marido? Essa parte morreu no meio do caminho. Agora sexo, meu Deus, você vai para o inferno. Caso você tenha esquecido, Baekhyun, o pecado tem o mesmo peso, seja ele um assassinato ou uma mentira.
— Eu sei disso... mas como você...
— Eu fui criado por uma família religiosa, Baekhyun. Pelo amor. Obviamente eu sei tudo de cor e sou batizado. Ou você acha que seus pais iam deixar você realmente casar com qualquer um? Você já olhou pra algum lugar além do seu umbigo?
— COMO EU IA SABER? VOCÊ SEMPRE FOI UM i****a, SEMPRE FEZ AQUELAS SUAS PIADINHAS IMUNDAS PRA MIM E AGIU COMO UM DEVASSO.
— E VOCÊ NUNCA SE PERGUNTOU O POR QUÊ? c*****o!
— Para de gritar comigo! — fez bico e sentou na cama, cansado da discussão — Chega, isso não vai levar a lugar nenhum. Chega.
— Eu disse pra você ficar na cozinha. Era pra você ficar lá, comer seu almoço e me deixar aqui, eu ia fazer uma mochila e sair.
— Mas eu não quero que saia, eu não quero que fique com outros ômegas enquanto está casado comigo. — disse com o lábio tremendo, sem coragem de olhar para Chanyeol.
— Tudo bem, eu não vou, ok? Eu vou ficar aqui, vou dormir no quarto do bebê e você fica bem longe de mim essa semana. Mas agora vai almoçar, por favor.
— Só se você comer também e prometer não fumar.
— Baekhyun...
— Por favor...
Chanyeol suspirou profundamente e foi até Baekhyun, o pegando no colo novamente, abraçou o corpinho pequeno e afundou o rosto no pescoço cheiroso, levando Baekhyun de volta para a cozinha.
— Chanyeol, não me aperta assim.
— Desculpe. — disse tentando soltar o garoto, mas estava difícil, sentia o m****o duro entre as pernas apenas em estar abraçado com o ômega.
Colocou o pequeno na cadeira e pegou um prato de comida para si, comendo apenas um pouco, vendo Baekhyun fazer o mesmo.
— Eu realmente não estou com fome.
O Park levantou da mesa e foi para o quarto do bebê, fechando a porta e sentando na poltrona, não queria ficar naquela casa, não queria sentir o cheiro de Baekhyun tão forte, iria enlouquecer.
— Chanyeol... — o pequeno chamou novamente, dessa vez entrando no quarto.
Mordeu os lábios, sentindo o estômago revirar com seus sentimentos controversos, não gostava de Chanyeol, tinha raiva de tudo que aconteceu, mas sentia seu m****o endurecer de sentir o cheiro do alfa no hut, além do mais, ele era seu marido, não era mais pecado.
Se aproximou do outro em um conflito interno, não sabia o que fazer, então apenas ficou parado em frente ao Park, que rosnou baixinho, levando as mãos até a cintura do Byun e começando a beijar o corpinho fofo.
Chanyeol seguiu por puro instinto, baixando a calça do pequeno e beijando as coxas de Baekhyun, vendo o m****o duro em sua direção, mas fez questão de ignorar, virando o Byun se costas e afastando as nádegas, chupando a entradinha com vontade.
O Park não conseguia se controlar, só chupar a entradinha do garoto já era suficiente para que gozasse.
— Chan... Yeol... — Baekhyun gemeu e rebolou contra o rosto do maior, sentindo suas pernas falharem — E-eu quero... a cama.
O maior rosnou por ter que se afastar o mínimo que fosse do pequeno, o pegou no colo e levou até o outro quarto, deixando Baekhyun deitado na cama voltando a chupar o garoto, que escondeu o rosto no travesseiro, com vergonha de estar sendo chupado daquele jeito tão gostoso.
— Ahn... e-eu... — Baekhyun cortou a frase por pura vergonha, empinando a b***a.
Chanyeol queria mesmo apenas chupar aquela b***a, mas não ia conseguir, Baekhyun naquela posição era irresistível demais.
Ficou de joelhos na cama e colocou seu m****o de uma única vez, sentido o aperto em seu p*u e tentando se controlar para não f***r o garoto de forma bruta.
Segurou a cintura gordinha com força e estocou lentamente, acelerando os movimentos aos poucos, até poder ir o mais rápido que podia, mordendo os lábios enquanto o estocava com força, até Baekhyun gozar, o levando ao limite minutos depois.
Chanyeol deitou ao lado do pequeno, ofegante, vendo Baekhyun com as bochechas rosadas espremidas contra o travesseiro.
Não conseguiu evitar o riso ao tirar os cabelos úmidos de suor do rostinho do garoto.
— Estou me sentindo um devasso, eu não faço essas coisas.
— Mas eu sou seu marido, não é mais pecado,
— Sempre é pecado, somos filhos do pecado, ser casado só torna o ato menos feio, mas ainda é feio. — disse com vergonha.
— Este pensamento é o mais retrógrado que já ouvi bebê. — disse aproveitando a manha do pequeno para o trazer para mais perto, beijando o pescoço do Byun e colocando a perna dele sobre a sua, podendo acariciar a coxa do outro juntamente com o resto do corpo — Mas assim que terminar meu hut eu levo você pro culto e a gente fica até mais tarde, ai você pode se redimir.
— Promete? Faz a obra social comigo? Eu gosto de ajudar as crianças a aprender a bíblia.
— Prometo, assim que terminar a gente vai. Você se sente menos culpado assim?
O pequeno apenas concordou com a cabeça e nem teve tempo de pensar quando teve os lábios tomados e Chanyeol sobre seu corpo.
Já que teria chances de se redimir, não teria porquê não aproveitar o hut de Chanyeol.