Elena:
Sair daquele escritório segurando as lágrimas, ligo deixe várias mensagens para o meu amigo Kaio que não me retornou, estou indo direto para minha casa vou falar com papai ele vai ficar do meu lado, eu pensava ingênua eu sou, meu sempre me tratava como sua princesa não iria me deixar casa do crápula como Miguel, fico no meu quarto até a noite quando meu pai chegar do serviço, assim que escuto a voz dele falando com minha mãe desço correndo as escadas para falar com ele, mas para minha surpresa meu pai me esperava com uma cara muito brava, com um voz dura pela primeira vez ele grita comigo.
— O que você pensa que está fazendo, o casamento vai continuar sim, não quero um filha p**a dentro de casa, ele fala gritando,mesmo entre lágrimas eu falo.
— Não vou me casar com ele e você não poder me obrigar, sem esperar ele me dar um tapa no rosto me fazendo cair no chão, mas ele não para por aí me pegar pelos cabelos e continuar me batendo, minha mãe ficar assistindo enquanto meu pai me espanca, depois disso ele me trancar no quarto dizendo que só vou sair no dia do casamento, faltava duas semanas para o maldito casamento e eles iriam me manter cativa por todo esse tempo.
Foram vários dias presa naquele quarto sem poder falar com ninguém, meu pai tinha pegando meu celular, as empregadas vinham trazer comida e cuidar dos meus machucados, uma coisa eu aprendi que nunca vamos conhecer as pessoas verdadeiramente, como meus pai podem fazer isso comigo me tratar como animal, tudo que eu pensava era fugir daquela prisão, mas par onde ir, talvez eu vá para Nápoles e peça ajuda a meu amigo Kaio, será que ele é meu amigo ainda, eu tinha um plano para fugir daquela casa, eu vou no apartamento da minha prima ela com certeza vai me ajudar, eu pensei, "pobre menina burra eu era" com ajuda de uma das empregadas eu consegui sair de casa, era tarde da noite meus pais tinham ido num jantar beneficente, saiu escondida sem que ninguém perceber, uma das empregadas tinha deixado meu quarto aberto fingindo esquecer, aproveitei a oportunidade e fugir, mas foi pedir ajuda a minha prima então fui no seu apartamento, como o porteiro me conhecia me deixou subir, ele falou que minha tia não estava, mas minha prima estava sim, peguei o elevador privado que dava direito na sua sala, quando as portas do elevador abrem a sala estava escura, eu achei estranho afinal o porteiro disse que tinha gente em casa, logo esculto os gemidos alto vou seguindo o som até a porta entre aberta do quarto, escuto vozes que eu reconheci muito bem, quando olho vejo o meu noiva enterrado na minha prima, enquanto ela gritava pedir para ele f***r forte, ela estava de quarto ele em cima como um cachorro no cio, nós tínhamos transando uma vez e foi papai e mamãe como dizia nos vídeos que costumam ver na Internet, mas o sexos deles era quente e selvagem, nesta hora um ódio me domina eu nunca foi a garota que brigava ou xingava as pessoas, eu sempre fui a boa moça, só que agora ela morreu, hoje não vou deixa ninguém me machucar, num ataque de fúria eu empurro a porta com força fazendo ele me olhar em choque, eu grito como uma louca.
— Então é com essa p**a que você me traí? Ele está em choque sem palavras, afinal eu estava trancada em casa, os dois se desgruda, me prima veste um vestido enquanto tenta justificar o que estava acontecendo, como se eu fosse uma burra, as palavras melosa cheias de dramas me fazem sustar, eu simplesmente puxo seus cabelos sedosos jogando na parede, com uma força que eu nem imaginava que tinha, Miguel vem em minha direção eu taco um abajur nele, corro para cozinha abrindo as gavetas procurando alguma coisa para me defender, enquanto ouço ele vindo na minha direção xingando muito, para defender sua p**a, ele segura meus cabelos com força puxado minha cabeça para trás com um sorriso sinistro no rosto ele fala.
— Vou te ensinar a respeito seu futuro marido, com uma mão puxava os meus cabelos e a outra apertava meu pescoço, sinto o ar deixando meu corpo enquanto ele rir m*****o, sem pensar pego a faca que está na gaveta aberta e enfio na sua barriga, seus olhos se arregala em choque e dor até sentir suas mãos me soltando, um grito aterrorizante ecoar pelo lugar, minha prima grita bem alto.
— Você matou ele sua assassina" vejo ele caído com os olhos semiaberto, tinha muito sangue nas minhas mãos e no chão, mas não senti arrependimento, nem remorso apenas fico olhando o sangue escorrendo pela cozinha, procuro minha prima envolta e ela sumiu, para sua sorte porque pensamentos cruéis passam na minha cabeça eu deixo a faca na bancada lavando minhas mãos no torneira da pia, mas que eu possa dar um passo para a saída a polícia chegar me algemado me prendendo em flagrante, enquanto socorristas leva meu noivo traído para o hospital junto com sua p**a, em frente do prédio tinha muita repórter tirando fotos da minha prisão, não que alguém me conhecesse, mas o meu noivo e meus pais eram bem famosos na sociedade.
A cela era fria e nojenta me causando arrepios, se vocês pensarmos que um príncipe encantado iria me resgatar no seu cavalo branco, vocês estão errados isso só acontece em romance de livro, na vida real não tem homem rico para salvar a mocinha, mas meu pai apareceu na delegacia com sua arrogância ele me chamou de p**a e outros nomes, depois falo para o chefe de polícia que era para me deixar apodrecer na cadeia que eu não era mais sua filha, mas para minha surpresa o chefe de polícia falou sério com meu pai me deixando chocada, ele disse estar garota está com várias costas quebradas, marca de machucados pelo corpo, um grande hematoma no rosto isto é claramente que ela estava sendo agredida a dias, não vou manter ela presa e se ela quiser processar alguém tem todo direito, meu com toda a raiva no rosto diz 'eu vou leva ela para casa' eu ficou desesperada com isso e falo ' não eu não vou' meu pai num ataque de fúria me pega pelos cabelos me fazendo gritar, mas o polícia tira ele de perto de mim dizendo ' é melhor o senhor ir embora ou vai ser preso por agressão' ele vai embora xingo enquanto diz ' ela não tem para onde ir' depois que meu pai vai em e continuo chorando o policial me olha com muito pena, eu era uma nem sem expectativa de vida e sem dinheiro, o polícia me analisa por um tempo e diz ' você sabe que pode ser processada e corri o risco de ir a julgamento, mas agora você tem um lugar para fica, um parente, alguém que possa te acolher,' eu balanço a cabeça confirmando, só espero que ele atenda a ligação.