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991 Palavras

Eva entrou no apartamento irritada, batendo a porta atrás de si com mais força do que pretendia. Ela não conseguia acreditar no rumo que a noite tinha tomado. Ainda sentia o corpo sensível, ainda podia sentir o cheiro de Marco em sua pele, mas, acima de tudo, sentia um nó apertado no peito. Ela sabia que não podia esperar romantismo de Marco, sabia que ele não era o tipo de cara que fazia declarações apaixonadas ou que a encheria de flores e palavras doces. Mas, p***a, não custava nada ele se esforçar pelo menos um pouco! Bufando, atirou a bolsa sobre o sofá e foi direto para o banheiro, sentindo o corpo tenso. Ao entrar, seus olhos pousaram na banheira enorme e branca no canto do cômodo. Desde que se mudara para ali, nunca tinha tido tempo de usá-la. Talvez fosse a hora de corrigir isso

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