Marco sentiu um alívio insano percorrer seu corpo quando avistou a placa indicando a saída que o levaria à estrada secundária. Ele quase gritou em comemoração, mas se conteve, concentrando-se em manter as mãos firmes no volante. Só mais um pouco. Ele só tinha que aguentar mais um pouco. A cidade estava ficando para trás, os prédios altos e os engarrafamentos intermináveis sendo substituídos por um horizonte mais aberto, onde as árvores tomavam o lugar do concreto. Marco pisou ainda mais fundo no acelerador, ultrapassando um último carro antes de dobrar à direita e pegar a saída. Eva pareceu perceber a mudança na direção e se endireitou no banco, os cabelos bagunçados pelo vento que entrava pela janela entreaberta. "Estamos chegando na estrada que leva a escola?", ela perguntou, ajeitand

