Celleney Peny. Um turbilhão de coisas passa pela minha cabeça. Ser expulsa... Ter a minha cabeça cortada assim que chegarmos... Ser apedrejada numa praça, porque eu estive no mesmo recinto sozinha com i*****l que ainda me beijou a força e aqui não pode e eu mesmo sem ter feito nada, serei dada como culpada... Quando a carruagem parou, e os meus olhos observaram que chegamos ao palácio. O meu coração ameaça sair pela boca, e eu engulo em seco. - Me ajude senhor Peny. - eu balbucio assim que a porta da carruagem é aberta e eu vejo-me forçada a sair daqui. Mal eu coloquei os meus pés no chão e o Henrik que m*l olhou para o meu rosto ordenou para que o seguisse, e sem contestar eu o fiz. Ele está intimidante e eu não sou uma pessoa que se intimida facilmente. Os seus passos são rápi

