Capítulo XXXII

1476 Palavras

Celleney Peny. Depois de alguns minutos de silêncio, ou basicamente, vendo o Virgil pegando uma coisa ou outra da mesa, ou até mesmo ignorar o olhar dele em mim, as portas da sala foram abertas exibindo a Cora e a Lyra. - O que aconteceu? - a Lyra questiona, me observando, mas no mesmo tom sarcástico que o primo dela usa e eu suspiro. Eu juro por tudo que é mais sagrado que eu tento ser o mais educada possível com eles, o mais respeitosa, principalmente por estar aqui, mas os meus nervos estão mais acirrados que as engrenagens de um relógio bem apertado, ou seja, no pico. E eles ficam me atiçando. - Com o quê? - eu questiono-a. - Se apresentou mais uma vez no horário correto à mesa. - ela fala e eu me limito em revirar os olhos. - Agora só falta aprender quando deve se sentar. - ela

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