Capítulo LXXIII

1244 Palavras

Celleney Peny. Eu sou uma pessoa noturna. O meu avô chamava-me de coruja, pelo simples fato de estar mais que acordada de noite, e dormindo de dia, por motivos óbvios. Mas a noite nunca ficou tão perigosa como agora. E olha, que normalmente, a adrenalina noturna, ainda por cima com os meus primos e amigos, não era a coisa mais segura do mundo. Mas a escuridão desse corredor não está a ser minha amiga agora. Eu caminhei com as minhas pernas querendo falhar, quando eu senti a mão do Henrik no meu braço novamente em mim, me impedindo de continuar e essa foi a última gota de água para a minha sanidade. - Henrik... - eu balbucio ofegante, sentindo ele mais próximo do que antes. - O que você está fazendo... - socorro. - Por que está fazendo isso? - eu questiono-o. - Essa manhã correu de

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