CAPÍTULO 23

1934 Palavras
Dulce Maria Cheguei ao quarto das crianças e Christopher estava com eles, meu Deus, estava com um perfume tão forte mas tão gostoso, estava lindo com terno todo preto e sapato social brilhante mas o cabelo todo bagunçado do jeitinho que sempre achei lindo, estava suspirando e só cai na real de que estava sonhando acordada quando Christopher estava dando leves tapas em meu ombro Christopher - Dulce, você está bem? Dulce – An? Ah, sim! Estou bem sim. – Falei envergonhada – Vocês estão todos lindos Eduardo – Você também está linda tia Dul, parece à princesa Ariel Christopher – Está linda mesmo, o vestido ficou perfeito no seu corpo - Sorrindo Dulce – Obrigada! Pode descontar durante os meses o preço dele Christopher – Fica como um presente, por tudo que você está fazendo pelos meus filhos Dulce – Como? – Falei estendendo a mão sobre a sua testa – Está com febre? Christopher – Deixe de graça Dulce Maria, vamos que ainda preciso avisar á Antonella que estamos saindo, não quero me atrasar Christopher avisou Antonella e após isso fomos para o clube ao qual seria feito o jantar de Bodas, coloquei Henrique na cadeirinha e Eduardo sentou ao lado, eu iria atrás se não fosse Christopher puxar meu braço para senta-me á frente junto com ele Christopher – Porque ia atrás? Está fugindo de mim por um acaso? Dulce – Eu não, só não sabia se você levaria alguma acompanhante e não quis me precipitar Christopher – Minha acompanhante hoje é você e meus filhos, portanto sente-se á frente comigo e calada! Dulce – Ok poço de grosserias! Suspirei e me sentei no banco da frente. Cerca de 30 minutos depois nós chegamos e notei que o Clube era a coisa mais linda que poderia existir, era enorme e bem arrumado, passamos por uma piscina que que no fundo dela tinham luzes de neon, fiquei totalmente tentada á entrar mas jamais estragaria minha roupa lindíssima e minha maquiagem Christopher me apresentou aos seus amigos como Dulce mesmo e não como babá das crianças, estranhei mas confesso que gostei bastante disso, espero não estar me iludindo igual mosca em vitrine de padaria Logo procurei praticar as minhas técnicas para comer melhor em festas, como estava com Eduardo e Henrique no colo, peguei Eduardo pela mão e fomos procurar uma mesa, porque se você quer comer bem em festa, tem que ser disciplinado e pontual, chegar antes da festa começar para pegar os lugares estratégicos da festa que são chamados de área vip e camarote da festa. Area vip da festa é a mesa perto da cozinha, que é a fonte de tudo que você quer, o maior objetivo: Comida. Porque ai não tem como garçom fingir que não te viu, e m*l chegamos e vi um passando: Dulce – Opa, uma coxinha. Pegue Eduardo! Pera aí moço, tem risole de camarão? Eduardo – Tia, eu sou alérgico a camarão, meu pai disse uma vez Dulce – Oxe menino, alérgico é? Filho de rico pode se dar ao luxo de ter alergia, se eu tivesse alergia á camarão sendo pobre, eu nem conseguiria viver para ir em uma festa de rico dessas, camarão lá em casa é raridade igual seu Madruga pagar aluguel ao seu barriga – Falei comendo uma coxinha Perdemos Christopher de vista e confesso ter dado graças a Deus por isso, acredito que ele não iria gostar de ver alimentando-me bem com essas delicias da vida. Em seguida fomos a sentido ao camarote da festa, que eu chamo assim por ser perto da mesa do bolo, a frente da mesa do bolo é parte mais disputada que grade de Rock in Rio, procurei uma cadeira para sentar-me pois Henrique já estava cochilando e Eduardo parecia estar ficando entediado com essa festa que não tinha um brigadeiro ou até mesmo uma empadinha de frango. Nos sentamos começaram a passar garçons com Champanhe e uns salgadinhos metido á fino e como eu não iria comer, ao menos beber eu iria! Sentei-me e comecei a tomar meu champanhe, procurei algo para que Eduardo pudesse tomar também mas não passava UM guaraná, então dei gloria aos céus por ter levado água na bolsinha de Henrique, não era muita coisa mas pelo menos não passaria vontade ao me ver tomando algo, até sentir alguém me cutucando no ombro XxXx – O que você está fazendo aqui linda desse jeito Dulce Maria? Dulce – Não estou crendo! Aaron, o que está fazendo aqui amigo? – Sorrio me levantando Aaron – Eu trabalho com o filho do dono da festa, por isso vim mas jamais iria pensar que você estaria aqui e ainda mais linda dessa forma – Falou me abraçando forte Eduardo olhou feio, pisou no pé de Aaron e aquilo me espantou, Eduardo sempre foi tão gentil e amoroso que eu jamais esperaria uma atitude dessas! Dulce – Eduardo, porque fez isso? Eduardo – Porque quis! – Falou cruzando os braços no peito e olhando feio para Aaron Henrique já estava despertando e dando sinais de que iria abrir o berreiro ali mesmo, era sinal de fralda suja, com certeza! Dulce – Aaron, preciso trocar a fralda dele, será que você poderia me arrumar algo para que eles possam beber depois? Algum suco natural se tiver. Vou ao banheiro trocar a fralda dele e lhe encontro aqui Aaron – Pode deixar Dulcinha, te espero aqui! Fomos em direção ao banheiro que nos foi informado onde era e Eduardo parecia aborrecido com algo, algo que eu não sabia bem do que se tratava, mas iria investigar Dulce – Eduardo, você está bem? Está acontecendo algo? Você nunca teve uma atitude daquelas Eduardo – Desculpa tia! Não queria lhe aborrecer mas é que ele estava com raiva porque aquele moço estava te abraçando muito – Falou olhando em direção ao pés envergonhado Dulce – Oh príncipe da tia, vem cá, senta aqui. Não precisa ficar assim, eu jamais trocaria vocês, não tem motivos de agir assim Eduardo – Desculpa tia! Troquei Henrique, arrumei a roupinha dos dois e voltamos para festa, Aaron conseguiu arrumar suco para as crianças e trouxe refrigerante para mim, gosto de champanhe mas não vou mentir que minha coca cola dá de 10 a 0 em qualquer outra bebida! Sentei-me e Aaron sentou á cadeira ao lado e me abraçou, ficamos colocando as conversas em dia e expliquei por alto o que aconteceu aquele dia no restaurante, não poderia explicar á fundo já que Henrique e Eduardo estavam ali comigo, mas deu para Aaron entender bem! Estamos rindo e relembrando alguns momentos da época de colégio e de repente, senti uma mão agarrar meu braço com força e me levantando da cadeira XxXx – O que você está fazendo aqui com esse homem Dulce Maria? Você está maluca se agarrando dessa forma na frente dos meus filhos? Dulce – Christopher, eu não estou me agarrando, estávamos apenas conversando, eu jamais faria nada na frente das crianças, não seja louco! Aaron – Calma aí cara, só estava conversando Christopher – Você cala a boca! E você Dulce Maria, vamos embora que a festa acabou por aqui! – Falou me puxando com força pelo braço e quase me desequilibrando por estar com Henrique no colo Chegamos ao carro e Christopher mesmo tirou Henrique dos meus braços e colocou na cadeirinha, eu não entendi nada do que aquele ogro estava pensando Dulce – Christopher me deixe em casa, amanhã na hora da festa eu mesmo vou para escola Fui mais ignorada que mensagens de operadora Dulce – Christopher, ouviu? E tudo que recebi foi um olhar furioso. Entrei no carro e Christopher entrou logo em seguida, estava tudo silencioso, ouvia – se somente Henrique tentar reclamar algo na cadeirinha, até eu perceber que o caminho que Christopher fazia não era o do meu apartamento Dulce – Christopher, quer me explicar porque não está me respondendo? E a minha casa não fica para esse lado, é na outra via que você tem que entrar Christopher – Cala a p***a da boca Dulce! Você só vai abrir a boca para falar quando eu mandar que você fale! Quis manda-lo para casa da dona p**a que Pariu, ele que fosse gritar com a peitinho de ervilha dele, mas por respeito as crianças eu engoli seco e me calei, se eu soubesse eu nem teria vindo nessa festa coisa nenhuma – Pensei comigo mesmo Christopher não me levou para casa mas sim para casa dele, não entendi mas resolvi ficar quieta, amanhã eu levantaria, iria na festa da escola de Eduardo e seguiria para curtir minha folga Chegamos e Christopher não deu uma palavra, apenas desceu do carro e entrou em disparada subindo para o quarto, tirei Henrique da cadeirinha e trouxe Eduardo comigo. Dei um banho nos dois, coloquei um pijama neles e os coloquei para dormir Eduardo – Tia, a senhora me desculpa? Dulce – Claro meu príncipe, não tem do que te desculpar Eduardo – Eu fiquei acho que com ciúmes tia, eu nunca tive uma mulher que gostasse de mim como à senhora, por isso reagi daquela forma! Dulce – Não precisa se preocupar filhote de satanás, é compreensível mas não precisa nunca mais reagir assim pois eu nunca deixarei vocês Eduardo – A senhora ainda vai à festa comigo amanhã? Dulce – Lógico, já estou até pensando até em qual vestido por amanhã por ser um evento importante Eduardo – Obrigada tia, a senhora é demais! Ora comigo? Dulce – Sim, vamos lá – Falei me ajoelhando no canto da cama junto com Edu Eduardo – Jesus querido, agradeço-lhe pela família que eu tenho. As pessoas que o Senhor colocou em minha vida são verdadeiros presentes. Nem sempre as coisas são perfeitas; muitas vezes brigamos, mas nos amamos, e por isso fica fácil perdoar. Jesus, assim como você tinha uma família e vivia feliz com ela, me ensine a valorizar a minha. Abençoe cada um deles! Que ninguém fique triste por minha causa. Peço, Jesus, que minha família seja unida, que nada, nem ninguém, possa apagar o amor que sentimos uns pelos outros. Amém! É, eu quase chorei mas me mantive firme, o coloquei na cama e ele dormiu quase que imediatamente, deveria estar muito cansado ou ansioso pelo dia seguinte e eu fico feliz por poder proporcionar um momento tão importante como esse para uma criança de apenas 6 anos Fechei a porta e desci as escadas, iria pegar um taxi para ir para casa, mas novamente num determinado momento alguém me pegou forte pela cintura e falando no meu ouvido Christopher – Agora você vai me explicar porque aquele homem estava te agarrando daquela maneira Dulce – Não tinha ninguém me agarrando Christopher, e se tivesse, você é a ultima pessoa que teria algo a ver com isso! Christopher – Não quero você com mais homem nenhum! – Falou olhando nos meus olhos Consegui sentir que aquele olhar era de ódio e até me deu medo, até sentir Christopher me beijar de maneira agressiva me apertando com força na cintura, me empurrou em direção ao seu quarto me pressionando contra a porta, conseguia sentir perfeitamente o p*u dele enrijecido pelo pano da calça e eu já estava totalmente entregue, mesmo sabendo que não era certo mas eu não consegui fazer mais nada á não ser enfiar meus dedos entre os cabelos de Christopher e puxar firme enquanto ele me prensava na porta e apertava a minha b***a É, talvez eu me arrependa mas é melhor eu me arrepender do que passar vontade!
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