Nosso final.

1581 Palavras
Fabrício Levei ela para maldivas tinha alguns bangalôs bem distantes que dava para ficar sozinho, chegamos e ela foi tomar banho e se arrumar para passarmos a noite juntos, assim que chegamos havia rosas por todo lugar champanhe, enquanto ela estava no quarto me esperando eu tomei banho e comecei a ficar nervoso, caramba, eu já tinha feito isso com ela umas mil vezes e fiquei assim, não pode ser possível. Entrei no quarto com a toalha enrolada na cintura, já seco e ela estava sentada na casa cama, com uma camisola branca transparente e sem nada por baixo, eu fiquei duro na hora, mas queria que fosse diferente era nossa primeira noite como casados, ela se levantou e veio ao meu encontro, tirou a toalha de mim e começou a me beijar ela passava as mãos no meu corpo todo e eu ia ficando cada vez mais duro. Fabrício: - Amor, você me deixa louco. Esther: - E você me faz perder o controle. Ela foi descendo e descendo e começou a me chupar eu segurei firme sua cabeça e gozei em sua boca, mas continuei duro, ela engoliu e sorriu de forma maliciosa. Eu a beijei coloquei ela na cama, e fui descendo comecei a beijar seu íntimo seus s***s estavam duros e ela estava toda molhada do jeito que eu gostava, fui beijando ela até que ela se derramou em meu lábios. Fabrício: - Posso te pedir uma coisa? Esther: - pode pedir amor. Fabrício: - Eu quero colocar atrás. Esther: - Atrás, tipo atrás? Fabrício: - Isso. Esther: - Pode só não me machuca. Fabrício: - Pode deixar meu amor. Tinha lubrificante em kit que deixaram no quarto, pois, eu tinha reservado para lua de mel, então está bem diferente nosso bangalô, não que a Esther precisasse de lubrificação, mas tinha receio de machucar ela. Coloquei ela de quatro, e fui vendo se estava confortável, eu coloquei primeiro a cabeça e fui perguntando se estava doendo e fui colocando aos poucos, para ajudar eu fui massageando o critóris dela, para ela relaxar. Fabrício: - Posso continuar? Esther: - Pode sim, está bom. Fabrício: - Se doer fala que eu paro. Esther: - Acho meio difícil, continua devagar. Eu continuei devagar, mas com ritmo, até que ela começou a via ao meu encontro e a rebolar no meu p*u, que endureceu mais ainda, eu dei um tapa na b***a dela por instinto e ela gemeu. Fabrício: - Doeu? Esther: - Não, faz de novo. Ela pediu rebolando em mim. Eu fiz e me sentei um pouco em cima dela para messagear seus s***s, depois fui mexendo no seu critóris, até que gozamos juntos, levantamos eu ajudei ela a se lavar no banheiro. Esther: - Porque não pediu isso antes? Fabrício: - Normalmente mulher acha r**m isso. Esther: - Bom não sei se você que faz bem, mas eu gostei e quero fazer de novo. Fabrício: - Huummm. Eu comecei a rir. Esther: - Que foi? Fabrício: - Estou feliz por ter gostado, temos uma conexão diferente Esther, nos encontramos de um jeito que eu não sei explicar, nos completamos em tudo. Esther: - É verdade, eu amo ser sua sabia, acredito que seja pela forma que me trata. Fabrício: - Também amor ser seu meu amor. Fomos para a cama, estávamos cansados fui uma viagem longa e a noite núpcias foi melhor do o esperado. No dia seguinte tomamos café na piscina, e ficamos lá o dia todo, o melhor é que como não tinha ninguém nas proximidades, podíamos ficar nus e sinceramente era o que mais amava e notei que a Esther tbm, ficamos nos amando aqueles dias, dois dias antes de irmos ela pediu para irmos em um lugar para comprarmos lembranças para nossos familiares. Fomos no centro da cidade, e compramos algumas coisas, comprei um vestido para sairmos a noite, iríamos passear só para dizer mesmo que saímos do quarto, comprei umas roupas para o Brian e algumas bijus para nossas mães, o Fabrício foi em algumas lojas enquanto eu provava algumas roupas e veio com três sacolas cheio de mistério. Voltamos para o bangalô, fui tomar banho assim que sai do quarto tinha algumas coisas em cima da cama, eram lingerie, nem sabia dizer direto. Esther: - Amor o que é isso? Fabrício: - Não quero cair na rotina quando voltarmos então, quero apimentar as coisas. Esther: - Que foi quer que seja sua enfermeira? E dei risada. Ele veio pegou na minha cintura me aproximando da dele, senti ele firme e duro. Fabrício: - Porque você não quer ser? Esther: - Eu sou até a médica se você quiser. Eu beijei ele com tanto desejo, queria aquele homem. Fabrício: - Vou tomar banho. Ele foi tomar banho enquanto vestia uma das roupas, eu fiquei imaginando como teria sido se não tivesse ficado com o Josh, mas lembro do Brian, qua me traz tanta felicidade. Eu coloquei uma calcinha, parecia mais um fio, que só cobria de forma mínima a parte da frente, meus s***s saltavam para fora do sutiã, me olhei no espelho, eu estava gostosa até demais naquela roupa, aí eu entendi o sentido da brincadeira. Ele saiu do banho só de cueca pena que não era branca, parou na porta e ficou me olhando, eu olhei no fundo dos olhos dele e mordi meus lábios, queria ele mais que tudo naquele momento, ele sentou em uma poltrona. Fabrício: - Não estou passando bem. Esther: - Você quer que eu te algum remédio? Fabricio: - Que tipo remédio? Esther:- Ele é quente e molhado se você fizer o que é certo. Fabrício: - Vai doer? Esther: - Só se você quiser! Eu disse sussurrando no ouvido dele. Peguei uma de suas mãos e coloquei entre minhas pernas que estavam abertas, eu estava de salto 15, me inclinei. Esther: - Aonde dói? E fui passando a mão pelo seu corpo. Fabricio: - Mais para baixo. E eu fui descendo minhas mãos, enquanto ele passava as mãos na minha i********e. Esther: - Aqui? Eu disse colocando a mão em sei m****o que estava firme e duro. Fabrício: - Sim. Esther: - Está inchado, e muito rígido, precisa de massagem. Fabrício: - Será que ajuda? Esther: - Vamos tentar. Eu comecei a tocar ele enquanto ele me tocava, até que me ajoelhei e me enfiei entre suas pernas e comecei a chupar ele, ele gemia se contorcia, quando vi que estava mais rígido sentei nele de costas e comecei a rebolar. Fabrício: - Caramba Esther! Assim que gozei eu sai de cima dele, olhei ele nos olhos fui em direção a cama puxando ele pelas mãos e fiquei de quatro, aquela tinha virado minha posição preferida, passou lubrificando e colocou em mim, deslizou para dentro eu levantei meu tronco, ele segurou meu cabelo e começou a tocar meu critóris, eu comecei a ir a me movimentar e rebolar nele, e gozamos enquanto ele dava um tapas na minha b***a, como eu amava ser dele. Tomamos banho e saímos para jantar à noite. *** 2 anos depois**** Esther Minha barriga estava enorme, não dava para ver os pés faltava dias semana para os gêmeos chegarem, Ingrid e Igor, minha bolsa estourou. Fabrício: - Brian, seus irmãos vão nascer. Brian: - Vou ligar para a vovó e pegar as malas. Esther: - Calma vocês dois, essas coisas demoram, vou tomar um banho primeiro. Fui tomar banho, coloquei um vestido. Fomos para o hospital, lá começou o Fabrício e minha mãe fazemos uma escala com o Brian que também queria ficar comigo, esses três. Esther: - Mãe, deixando Fabrício ficar comigo, depois vocês revesam, Brian você não tem idade meu amor. O Fabrício fez cara de vitorioso e minha mãe e o Brian fizeram beicinho. Fomos para a sala de pré parto e sim eu não queria uma cesária, para minha surpresa assim que entramos já estava com oito dedos de dilatação, colocaram o acesso venoso e depois e 4 horas muita dor nasceram Ingrid e Igor, o Igor era calmo e sereno e a Ingrid chorona e manhosa, eram lindos, dois pequenos milagres ainda não dava para saber com quem se pareciam, mas dava para ver que tinham os meus olhos escuros quase pretos os da Fabrício eram mais claros que os meus. Depois fomos para o quarto, amamentar os gênios não foi tarefa fácil, meus s***s doíam muito, e os dois eram bem famintos, o Fabrício e minha revesaram entre eles e minha sogra vinha com o Brian no horário de visita, depois de três dias eu tive alta. Quando chegamos em casa o quarto delas ficou pequeno para tanta gente, minha irmã chegou com a Sofia e o Jonathan, ficaram super babões com os sobrinhos, ficamos no quarto deles até eles dormirem e fomos para a sala, ficamos lá conversando até que todos foram embora, depois fui dar mais leite para os pequenos, tomei um banho e deitei, o Fabrício me colocou em seu peito. Fabrício: - Quem diria hoje estamos aqui. Esther: - Depois de dez anos, se tem uma coisa que vou ensinar para nossos filhos e não adiantem o amor. Fabrício: - E correr atrás do quer também, se eu tivesse ido atrás de você não teríamos sofrido tanto. Esther: - O que importa é que hoje estamos juntos e felizes. Te amo! Fabrício: - Te amo, gata. Esther: - Gato, e lhe dei um beijo e fomos dormir. Fim!
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