Caçadores

479 Palavras
ALASKA ON    O Avião pousa e quando desço do mesmo sinto um calor infernal, Mesmo com todos ao meu redor, muito bem agasalhados. Ando até ver um homem com uma plaquinha escrito meu nome, vou até ele que sorri ao me ver. —Alfa Alaska venha comigo por gentileza. Ele fala de uma forma tão formal que me surpreendo, não se encontra lobos que falam assim todos os dias. O acompanho entre aquela multidão de malas e pessoas, eu me sentia desconfortável, por isso suspiro de alívio ao ver o carro que me levaria para casa. Ao entrar no carro percebi mais dois homens. Um deles era o meu padrinho Drian. —Pequena, como você cresceu!. Ele sorri como sempre de forma calorosa e eu retribuo o sorriso enquanto tiro aquele maldito agasalho. —E bom velho Drian, será que pode ligar o ar deste carro?. Vou direto ao que me interessa no momento e ele sorri e pede para o motorista ligar o ar e começar a dirigir. —Bom, agora que já está mais confortável vamos falar sobre seus pais. Ele se vira para mim já sem o sorriso caloroso no rosto. —Sim. falo de forma firme. —Como já sabe sua mãe foi sequestrada, mas enquanto você estava no avião seu pai foi sequestrado também. Fala para mim. Suspiro tentando me acalmar. Mas como isso foi acontecer? Como isso pode ter acontecido¿ Suspiro mas uma vez tentando me acalmar, a pergunta ainda estava em minha cabeça, MAS COMO ISSO PODE TER ACONTECIDO?!. Fecho minha mão com tanta força que logo sinto o sangue preencher toda minha mão. —A..A..Acalme-se Alaska. Drian tremia de frio, uma camada de gelo cobria todo o carro. —Desculpem-me. Murmuro e logo percebo que chegamos a uma floresta familiar. —Está tudo bem, vamos descer daqui só podemos chegar na forma de lobo. Olho para ele com uma expressão de dúvida. —Com o sequestro de sua mãe e o sequestro de seu pai, tomei a liberdade de pedir para que os nossos feiticeiros preparem barreiras para proteger a alcateia. —Muito bem feito Drian. —Bem vamos logo, você tem muito trabalho pela frente. NICK ON   (MÃE DE ALASKA )           Continuava em uma tentativa inútil de me soltar das correntes de prata que queimavam minha pele como ácido. Meu cabelo grudado no meu rosto me ignorava por não poder tirá-lo. Eu estava pingando de suor mesmo com frio. Escuto passos no corredor, meu corpo reage tremendo de medo e ao mesmo tempo fervendo de raiva. Sinto um cheiro familiar Sinto meu sangue gelar logo escuto um corpo ser jogado na cela a frente. Ele estava magro e completamente amarrado por correntes de prata. Meu marido. Sinto o desespero me preencher, mas logo sinto algo bem diferente de me invadir, Fúria. Eles machucaram meu Sr.Gelo, meu marido. Malditos caçadores.  
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