-mary- celine traga um café
-celine- sim senhora
-mary- e já agora, mande sr.christian entrar
-celine- claro senhora
celine entrou com a xícara de café e acompanhada de christian
-mary- obrigada celine, pode sair
ela assentiu com a cabeça e se retirou
-mary- por favor sente-se
christian ficou um tempo de pé mas depois sentou
-mary- quero que vc me conte tim tim por tim tim sobre isso tudo
christian olhou pra mim como quem diz "vc acha mesmo que quer saber?"
-mary- vc não pode dizer?
-christian- não é a minha função, pergunte ao seu pai
-mary- meu pai não vai querer dizer- disse suspirando
-christian- então deve se contentar
olhei pra ele irritada, mas depois de dar um gole em meu café voltei a me acalmar
-mary- está bem, obrigada
christian assentiu com a cabeça e se retirou da sala
que homem duro! disse em meus pensamentos
ele não é daqueles que fala sem mais nem menos
o dia chegou ao fim e o meu turno também
-christian- já podemos ir senhorita?
-mary- sim
seguimos para casa
-mary- o que vc quer comer?- disse indo em direção à cozinha
-christian- eu sei fazer minha própria comida
-mary- eu vou fazer pode deixar
-christian- eu ajudo-a- ele veio em direção à cozinha
-mary- vc quer uma taça de vinho?
-christian- não bebo em trabalho, já disse para a senhorita
-mary- mas da outra vez vc aceitou
-christian- por educação- disse se virando para o fogão
olhei pra ele de costas mordendo os lábios
que homem é esse! dei um gole no vinho e continuei fazendo o que tinha que fazer
*christian*
eu notei o olhar provocante dela em mim, mas disfarcei
-mary- a carne está boa assim?
-christian- está sim, disse me ajudando a virar a carne
nossas mãos se tocaram e nos olhamos
sem mais nem menos nossos lábios se tocaram, nossas línguas dançaram uma na outra
que fogo é essa mulher
-mary- nós não...- disse entre beijos e gemidos
eu não a escutei porque já estava na onda
tomei-lhe no meu colo e fomos em direção ao quarto ainda nos beijos
quando chegamos no quarto, tirei a minha roupa e depois a dela, ao tirar o seu sutiã ela trava a minha mão e eu olho pra ela confuso
-christian- o que aconteceu? fiz alguma coisa de errado?
-mary- não...não, é que...
levantamos e sentamos na beira da cama
-christian- o que foi então?- disse já um pouco preocupado
-mary- é que... eu sou virgem- disse ela metendo as mãos na cara
olhei pra ela com um sorriso
-christian- e porque que vc está com vergonha disso?
-mary- não é vergonha, é que...
puxei ela pra mais perto e a beijei
-christian- se vc não quiser podemos ficar por aqui
ela assentiu com a cabeça, parecia uma bebé
levantamo-nos, e fomos em direção ao chuveiro
beijamo-nos mais no chuveiro, enquanto nossos corpos eram molhados pela água que parecia fortalecer nosso beijo
-christian- posso tirar seu sutiã?- disse num tom meigo
ela concordou com a cabeça
abri seu sutião e tirei, a vista era incrível
seus s***s são redondos e firmes, seu corpo era uma verdadeira obra de arte, ela abaixou a cara e tentou esconder seus s***s com as mãos
segurei as mãos dela e disse- não precisa ter vergonha, não esconda de mim o que é meu
ela levantou o rosto e beijei-a lentamente
terminamos o banho, fomos para a cozinha e a comida estava toda queimada
-mary- vc quer encomendar comida? tailandesa talvez- disse ela
-christian- sim, é a melhor opção
mandamos a comida e comemos assistindo um filme
que noite!
*mary*
ainda estava um pouco em choque por conta do que tinha acontecido
-christian- já vou dormir, feliz noite
-mary- não por favor, fique- disse segurando a sua mão
ele olhou pra e suspirou
-christian- está bem, eu fico
e lá se foi a noite