Episódio 9

564 Palavras
depois de sairmos de lá fomos direito para o banco -mary- preciso falar com meus pais -christian- não é hora para isso, vamos logo parei no meio da rua insignada -mary- quem vc pensa que é para me impedir de fakar com minha família ein?- já estava irritada com toda essa situação- vc me arrastou de um lado para o outro o dia inteiro! eu só quero ir pra casa! ele se aproximou de mim e disse- já não existe casa- disse sério e sem alguma expressão facial que decifra-se no que ele estava pensando - mary- eu não vou continuar sem falar com os meus pais- ordenei -christian- quem dá as ordens aqui sou eu garota e comece a andar, está ficando tarde, vc não vai querer ver o que acontece aqui quando anoitece eu fiquei parada e séria de tanta raiva, ele olhou pra mim e voltou -christian- ou vc vai à bem, ou vc vai à mal continuei parada olhando para ele christian me tomou em seus ombros e me levou -mary- me solte! me solte! quem vc pensa que é?! me ponha no chão!! fiquei aos berros e batendo nele o caminho todo e ele não me largou o olhar das pessoas estava fixado em nós -christian- algum problema? nunca viu uma mulher ser carregada no ombro? gente estranha... continuamos e chegamos ao banco, finalmente ele me meteu no chão -christian- pronto, chegamos olhei pra ele ainda irritada, ele nem se importou e entrou no banco -atendente- seja bem-vindo senhor! em que posso ajudá-lo -christian- gostaria de ter acesso ao meu cassifo e fazer um levantamento de 100mil reais -atendente- seu nome senhor, por favor -christian- christian demonte a atendente viu no sistema e disse- cá está a chave de seu cassifo sr.demonte -mary- demonte? nome bonito pra um frouxo como vc christian não falou uma só palavra, fomos ao cassifo, ele abriu e me entregou uma muda de roupa -mary- como vc sabe meu tamanho?!- disse enquanto via o selo da roupa christian deu de ombros, saímos do banco e fomos para um motel -mary- eu sabia que a noite a cidade era linda mas vendo de perto é ainda mais linda!- disse admirando as luzes *christian* enquanto caminhavámos à caminho do motel pude vê-la admirando a cidade, seus olhos cintilavam como pirilampos, era lindo de se ver chegamos no motel e fomos para a recepção -recepcionista- boa noite senhores, em q posso ajudar? -christian- gostaria de um quarto por favor a recepcionista olhou para ele de cima à baixo com malícia, eu encarei ela e agarrei o braço de christian com um sorriso ele olhou pra mim e ficou sem saber o que fazer recepcionista- cá está a chave, quarto 245, 3º piso, tem água fria e quente, qualquer coisa é só ligar para a recepção -mary- obrigada querida- disse recebendo a chave de sua mão e indo em direção ao elevador -christian- o que vc está tentando fazer?!- disse ele arrancando o braço dele de minhas mãos apenas olhei pra ele e saí do elevador, chegando no quarto abri a porta era bm mais confortável do que eu pensava -mary- quer comer alguma coisa? -christian- não- disse tirando o blazer e a arma da cintura -mary- vc tem sempre que andar com isso na cintura? -christian- sim- disse ele destravando a arma essa noite vai ser longa...
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