depois de sairmos de lá fomos direito para o banco
-mary- preciso falar com meus pais
-christian- não é hora para isso, vamos logo
parei no meio da rua insignada
-mary- quem vc pensa que é para me impedir de fakar com minha família ein?- já estava irritada com toda essa situação- vc me arrastou de um lado para o outro o dia inteiro! eu só quero ir pra casa!
ele se aproximou de mim e disse- já não existe casa- disse sério e sem alguma expressão facial que decifra-se no que ele estava pensando
- mary- eu não vou continuar sem falar com os meus pais- ordenei
-christian- quem dá as ordens aqui sou eu garota e comece a andar, está ficando tarde, vc não vai querer ver o que acontece aqui quando anoitece
eu fiquei parada e séria de tanta raiva, ele olhou pra mim e voltou
-christian- ou vc vai à bem, ou vc vai à mal
continuei parada olhando para ele
christian me tomou em seus ombros e me levou
-mary- me solte! me solte! quem vc pensa que é?! me ponha no chão!!
fiquei aos berros e batendo nele o caminho todo e ele não me largou
o olhar das pessoas estava fixado em nós
-christian- algum problema? nunca viu uma mulher ser carregada no ombro? gente estranha...
continuamos e chegamos ao banco, finalmente ele me meteu no chão
-christian- pronto, chegamos
olhei pra ele ainda irritada, ele nem se importou e entrou no banco
-atendente- seja bem-vindo senhor! em que posso ajudá-lo
-christian- gostaria de ter acesso ao meu cassifo e fazer um levantamento de 100mil reais
-atendente- seu nome senhor, por favor
-christian- christian demonte
a atendente viu no sistema e disse- cá está a chave de seu cassifo sr.demonte
-mary- demonte? nome bonito pra um frouxo como vc
christian não falou uma só palavra, fomos ao cassifo, ele abriu e me entregou uma muda de roupa
-mary- como vc sabe meu tamanho?!- disse enquanto via o selo da roupa
christian deu de ombros, saímos do banco e fomos para um motel
-mary- eu sabia que a noite a cidade era linda mas vendo de perto é ainda mais linda!- disse admirando as luzes
*christian*
enquanto caminhavámos à caminho do motel pude vê-la admirando a cidade, seus olhos cintilavam como pirilampos, era lindo de se ver
chegamos no motel e fomos para a recepção
-recepcionista- boa noite senhores, em q posso ajudar?
-christian- gostaria de um quarto por favor
a recepcionista olhou para ele de cima à baixo com malícia, eu encarei ela e agarrei o braço de christian com um sorriso
ele olhou pra mim e ficou sem saber o que fazer
recepcionista- cá está a chave, quarto 245, 3º piso, tem água fria e quente, qualquer coisa é só ligar para a recepção
-mary- obrigada querida- disse recebendo a chave de sua mão e indo em direção ao elevador
-christian- o que vc está tentando fazer?!- disse ele arrancando o braço dele de minhas mãos
apenas olhei pra ele e saí do elevador, chegando no quarto abri a porta
era bm mais confortável do que eu pensava
-mary- quer comer alguma coisa?
-christian- não- disse tirando o blazer e a arma da cintura
-mary- vc tem sempre que andar com isso na cintura?
-christian- sim- disse ele destravando a arma
essa noite vai ser longa...