*christian*
despertei porque tive a sensação de que estavamos sendo observados, ter anos de experiência como assassino compensou
-christian- mary, acorde
-mary- hm...ahm...o que foi?
-christian- levante e vista-se - disse enquanto vestia
-mary- o que que aconteceu?
-christian- precisamos sair daqui
-mary- porque? o que aconteceu?
-christian- apenas faça o que eu digo!
ela olhou pra mim e notou que era grave então foi se vestir
olhei pela janela e vi na entrada homens com o equipamento que parecia ser fo exército, tinham todo o tipo de armas: AK, metralhadoras, todo tipo de armamento e eu tinha apenas a minha fiel magnum
-christian- eles descobriram onde nós estamos
-mary- o que?? como??- interrogou angustiada
-christian- eu não sei, mas temos que sair daqui o quanto antes
abri a porta e vi que eles já estavam no nosso corredor, recuei rapidamente e tranquei a porta, p**a merda
-christian- venha cá, me ajude a arrastar isso para a porta
ela veio sem nem reclamar, afinal era a sua vida que eles queriam
-christian- vamos pela janela do banheiro
-mary- é muito alto christian não sei se consigo pular
-christian- é pular daqui ou ter uma bala na sua cabeça
rapidamente ela se posiciona para pular
-christian- calma, deixe eu pular primeiro para analisar o perímetro
pulei e bati por cima de um carro em seguida fiz um gesto com as mãos para que ela pula-se
-christian- venha rápido! eu agarro vc
BUM BUM
-mary- eles estão aqui- disse com lágrimas nos olhos
-christian- pule agora, vamos!
ela saltou e eu a agarrei, ela caiu por cima de mim e ficamos nos encarando que nem uns tolos
-christian- não é hora pra isso, vamos! segure minha mão e não largue por nada
saímos correndo em direção ao local mais movimentado dali, a feira
a feira era um acontecimento que era realizados todos os santos dias que Deus fez, até nas segundas
-christian- corra
-mary- eu...eu estou cansada- disse
tomei ela em meus braços, ela entrelaçou os seus braços em meu pescoço pude sentir sua respiração afogante e segui correndo, chegando na feira pousei ela
-christian- já consegue correr?
-mary- já
-christian- boa porque vamos precisar correr um pouco mais
-mary- já estamos mesmo na feira, para que correr? vamos chamar ainda mais à atenção das pessoas
olhei para ela espantado e indignado ao mesmo tempo, custava pra mim admitir que ela tinha tido uma ótima ideia
-christian- vc tem razão
-mary- aqui tem uma cabine telefónica? preciso falar com meus pais
-christian- não dá mary, não dá!
ela colocou as mãos na cabeça em forma de desespero, olhei para ela e tentei verifucar se ela estaca ferida
-mary- não encoste em mim! não quero sentir seu toque na minha pele nunca mais
-christian- lembra que eu já estive dentro de vc, não é?
ela corou e cobriu o rosto com as mãos, que garota boba
-mary- não posso nem pedir pra fazer uma ligação no telefone de alguém?
olhei pra ela e notei sua preocupação
-christian- pode
ela pulou animada, esperou alguém passar para que pedisse o celular para fazer a tão esperada chamada