Episódio 11

522 Palavras
*christian* despertei porque tive a sensação de que estavamos sendo observados, ter anos de experiência como assassino compensou -christian- mary, acorde -mary- hm...ahm...o que foi? -christian- levante e vista-se - disse enquanto vestia -mary- o que que aconteceu? -christian- precisamos sair daqui -mary- porque? o que aconteceu? -christian- apenas faça o que eu digo! ela olhou pra mim e notou que era grave então foi se vestir olhei pela janela e vi na entrada homens com o equipamento que parecia ser fo exército, tinham todo o tipo de armas: AK, metralhadoras, todo tipo de armamento e eu tinha apenas a minha fiel magnum -christian- eles descobriram onde nós estamos -mary- o que?? como??- interrogou angustiada -christian- eu não sei, mas temos que sair daqui o quanto antes abri a porta e vi que eles já estavam no nosso corredor, recuei rapidamente e tranquei a porta, p**a merda -christian- venha cá, me ajude a arrastar isso para a porta ela veio sem nem reclamar, afinal era a sua vida que eles queriam -christian- vamos pela janela do banheiro -mary- é muito alto christian não sei se consigo pular -christian- é pular daqui ou ter uma bala na sua cabeça rapidamente ela se posiciona para pular -christian- calma, deixe eu pular primeiro para analisar o perímetro pulei e bati por cima de um carro em seguida fiz um gesto com as mãos para que ela pula-se -christian- venha rápido! eu agarro vc BUM BUM -mary- eles estão aqui- disse com lágrimas nos olhos -christian- pule agora, vamos! ela saltou e eu a agarrei, ela caiu por cima de mim e ficamos nos encarando que nem uns tolos -christian- não é hora pra isso, vamos! segure minha mão e não largue por nada saímos correndo em direção ao local mais movimentado dali, a feira a feira era um acontecimento que era realizados todos os santos dias que Deus fez, até nas segundas -christian- corra -mary- eu...eu estou cansada- disse tomei ela em meus braços, ela entrelaçou os seus braços em meu pescoço pude sentir sua respiração afogante e segui correndo, chegando na feira pousei ela -christian- já consegue correr? -mary- já -christian- boa porque vamos precisar correr um pouco mais -mary- já estamos mesmo na feira, para que correr? vamos chamar ainda mais à atenção das pessoas olhei para ela espantado e indignado ao mesmo tempo, custava pra mim admitir que ela tinha tido uma ótima ideia -christian- vc tem razão -mary- aqui tem uma cabine telefónica? preciso falar com meus pais -christian- não dá mary, não dá! ela colocou as mãos na cabeça em forma de desespero, olhei para ela e tentei verifucar se ela estaca ferida -mary- não encoste em mim! não quero sentir seu toque na minha pele nunca mais -christian- lembra que eu já estive dentro de vc, não é? ela corou e cobriu o rosto com as mãos, que garota boba -mary- não posso nem pedir pra fazer uma ligação no telefone de alguém? olhei pra ela e notei sua preocupação -christian- pode ela pulou animada, esperou alguém passar para que pedisse o celular para fazer a tão esperada chamada
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