Meu corpo se movimenta de um jeito peculiar quando minha coluna encosta no azulejo gelado, estamos sem nenhuma peça de roupa, todas foram largadas durante o caminho até os chuveiros. Não sei onde a raiva termina e o meu desejo começa, a ponte entre um e outro é uma linha tênue e cada vez menos tenaz. Neste momento não quero pensar em quem o Oscar é, no que ele faz por debaixo dos panos. Não estou passando pano por cima de toda a história do d***o, eu apenas quero que ele: — Me fode — digo em um gemido alto que acaba com o silêncio do banheiro masculino. Seus lábios estão no meu seio, sugando meu mamilo e******o, seu mão percorre pela minha cintura e desliza pela minha coxa chegando na parte quente entre minhas pernas, arfo quando seus dedos chegam nos meus lábios maiores e desliza com f

