Assim que a mãe do Adrian terminou de falar eu não escutei mais nada apenas os passos irritados e pesados do pai do Adrian indo provavelmente embora acabando deixando-a sozinha onde a vontade de ir até ela para agradece-la por ter me defendido e apoiado pois achava isso muito fofo da parte da mãe do Adrian em que na hora que eu estava adentrando no banheiro para tomar um banho acabou ouvindo alguém bate na minha porta em que assim que abro acabo dando de cara com a mesma em que me olha estando parecer um tanto triste no entanto tinha como ver que queria conversar com alguém então convidei-a para entrar e assim fechei a porta atrás da mesma.
— Aceita uma água, um chá?
— Aceito um chá, por favor - responde a mãe do Adrian
— Desculpa perguntar mas qual o nome da senhora?
Pergunto para a mesma após ter percebido até agora em que eu não conhecia o nome dela e enquanto estava indo pegar água que estava na mesa em que tinha deixado para mim mais cedo onde sirvo chá em ambos das xícaras que levo então para gente acabando pousando a xícara dela sobre a mesinha que estava ao lado da mesma em que se surpreendeu com a minha pergunta dando para perceber que não estava acostumada a isso o que acabei inicialmente achando um tanto estranho portanto mesmo assim não disse nada pois talvez fosse algo apenas da minha imaginação.
— Me chamo Elisabeth - responde a mãe do Adrian
— E um belo nome, Elisabeth
— Obrigada - respondeu Elisabeth
Ficamos conversando um pouco mais onde passei a conhecer melhor a mãe do Adrian, Elisabeth tinha um coração muito grande sendo também uma pessoa muito simpática onde passamos a ter chá da tarde quase todos os dias praticamente no mesmo horários quando Adrian ou o pai dele que descobri se chamar Tenor estava ocupado com uns assuntos e em que um dia pude avistar o Adrian me olhar enquanto estava passeando com a Elisabeth pelos jardins onde compartilhava meus conhecimentos a respeito das plantas em que a mesma estava bem atenta e curiosa no que eu estava lhe ensinando até que um dia me veio uma ideia um pouco doido mas que talvez nem tanto.
— Elisabeth, gostaria de conhecer a minha loja? Digo a floricultura Swuzs…
— Seria maravilhoso… - respondeu Elisabeth
— Pois eu também! - disse Adrian
Acabou pulando um susto pois não havia percebido que Adrian tinha chego e se juntado a nós então por automático peguei meu celular e chamei um uber em que por minha sorte não demorou para chegar em que assim que parou em frente de onde estávamos, fui até lá para abrir a porta para Elisabeth que sem quedtio adentrou no carro, logo depois Adrian fez o mesmo e assim sentei na parte fronteira ao lado do motorista em que demostrou inicialmente estar surpreso com alguma coisa mas logo ignorou e assim iniciou a corrida em que não demoramos para chegar.
Assim que o motorista estaciona eu acerto o pagamento e assim me dirijo até a floricultura onde de longe acabo reconhecendo uma silhueta em que não queria avistar sendo sem mais nem menos o Artur então sem pensar duas vezes pego a mão do Adrian em que acaba se surpreendendo junto com a Elisabeth que não estava entendendo nada em que assim Artur aparece em minha frente com aquela cara de cachorro batido em que reconhecia muito bem sendo que vivia fazendo isso quando queria muito alto e que normalmente eu acabaria cedendo portanto dessa vez eu não iria.
— Laura por favor me perdoa - disse Artur
— Fico feliz que veio conhecer minha loja sogra
— Não tem como não vir, afinal em breve você será esposa do meu filho - respondeu Elisabeth
Elisabeth não era tonta, pelo contrário era uma pessoa esperta e tinha entendido que algo ali não estava certa onde eu agradecia mentalmente em que ela tinha entendido o recado, como assim o Adrian em que me deu um beijo fofo na bochecha para assim seguimos caminho até a floricultura onde fomos recebida pela Any em que assim que me viu veio na minha direção com um grande sorriso sobre o rosto da mesma.
— Como é agradável sua…. - começa Any e para ao ver com quem estava sendo acompanhada
— Caramba amor, que lindo é esse lugar, né mãe? - disse Adrian cortando o clima
— Sim, realmente… Tem cada plantas, flores tão linda aqui - respondeu Elisabeth
— Obrigada Elisabeth, obrigada Adrian
Adrian continuava a descobrir passeando entre os corredores enquanto Elisabeth olhava em volta o que me deixava muito feliz que estava gostando de conhecer a floricultura Swuzs onde eu estava tão distraída em que não acabei percebendo a minha mãe chegar na minha direção onde a mesma estava de braços cruzados e só avistei ao me virar após ser cutucada levemente pela Any, acabando tomando um leve susto assim que acabei avistando a minha mãe.
— Podemos conversar a sós?
— Devemos! - respondeu minha mãe
Pedi licença a Elisabeth e Adrian onde o mesmo trocou um olhar com a mãe dele e assim me acompanhou em que antes mesmo de acabar me levando uma bronca da mãe que Adrian explicou o ocorrido sendo do acidente em que acabei passando e assim fui parar na casa dele devido que eu não queria preocupa-la e assim fui me recuperando na casa do Adrian em que estávamos com um tipo de um acordo no que inicialmente a minha mãe não entendeu mas que por nosso azar Artur e Catarina adentraram na floricultura Swuzs e assim a minha mãe descobriu e entendeu no que estávamos querendo dizer.
— Artur você não entendeu que…
— Laura e eu nos amamos e que… - acrescenta Adrian
— Em breve Adrian e eu vamos nos casar!
— Quantas vezes tenho que te pedir perdão? - disse Artur
— E sério que prefere essa desleixada do que eu? - disse Catarina
— Está chamando minha nora de desleixada? - pergunta Elisabeth
Catarina acaba levando um susto pois não se esperava em ver a Elisabeth em que acabou saindo do nada parecendo um verdadeiro fantasma o que eu tive que me segurar para não rir e em que eu podia ver o olhar confusa da minha mãe em que estava logo ali atrás portanto Catarina acabou fazendo uma coisa inadmissível e que não se tratava de arrancar uma flor que foi de dar ordens a Any em que eu não tive outra opção em intervir pois vi que a mesma iria acabar fazendo os caprichos da Catarina.
— Se quer algo vá buscar você, Any já não é mais empregada de ninguém!
Catarina fica furiosa e assim va embora acompanhado do Artur em que assim sozinha novamente acabou desmaiando de repente onde sinto alguém me pegar antes de cair no chão e escuto uma voz bem distante me chamando parecendo o Adrian em que assim já não me lembro de mais nada.
Mais tarde quando acordo estamos de volta na casa do Adrian onde a primeira coisa que me preocupo e minha mãe mas que o mesmo parece ler minha mente e assim me acalma, explicando que tudo estava em dia e que antes de irem embora Elisabeth explicou em poucas palavras para a minha mãe que tudo estava bem portanto mesmo assim eu continuava em me preocupar com a mãe pois sabia em que estava ficando mais velha e que a saúde dela já não era mais a mesma de que era antigamente portanto naquele momento preferi não dizer nada e apenas aproveitar esse momento ao lado do Adrian que