A primeira coisa que noto assim que atravessamos o enorme amontoado de corais e algas é o enorme e escuro vale. É como se o recife acabasse na beira de um precipício, e depois dele... Não há nada além do imenso e meio assustador vazio. — O mar aberto. — Wyatt explica, me fazendo engolir em seco. Não há absolutamente nada depois daqui, tudo o que consigo ver são as sombras de alguns tubarões nadando de forma pacífica, quase no limite da minha visão. A maioria deles são tubarões brancos, mas alguns deles tem listras levemente mais escuras, características dos tubarões tristes, e alguns também são tubarões cabeça de martelo. — V-vamos ter que nadar para lá? — Forço a visão para encontrar alguma coisa além desse monte de "nada", mas é impossível ver alguma coisa. Será que vamos ter que nadar

