CAPÍTULO 30

1904 Palavras

O sol sequer nasceu no horizonte quando eu abro o zíper da barraca de Victor, tomando cuidado para não fazer barulho e olhando para os lados rapidamente para ver se não tem mais ninguém acordado, o que poderia gerar perguntas, das quais não estou com a menor vontade de responder. — Hey. Victor. — Chamo, enfiando a cabeça para dentro da sua barraca, que é uma bagunça total de roupas para todos os lados. Ele está deitado completamente encolhido, e no seu tornozelo há uma cueca Boxer presa. Eu o chamo mais duas vezes, mas ele só acorda quando eu subo em cima dele e praticamente o estrangulo. — A-aaah...! — ele começa a gritar, espantado, mas eu tampo a sua boca rapidamente. — Shhhh. Preciso que você venha comigo. Agora. — Digo, colocando na minha voz que isso não é um pedido, e que eu não

Leitura gratuita para novos usuários
Digitalize para baixar o aplicativo
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Escritor
  • chap_listÍndice
  • likeADICIONAR