O Terror sai do banheiro com a toalha enrolada na cintura e senta na ponta da cama todo desconcertado, sento atrás dele o abraçando com os braços e com as pernas deitando a minha cabeça nas suas costas. Eu: o que foi amor?- pergunto toda curiosa Terror: minha mãe foi deixada na frente da principal- fala e dá uma fungada- aquele desgraçado matou a minha mãe para ficar com a vagabunda da sua- fala e eu aperto ele no abraço Eu: desculpa- falo baixo e ficamos em silêncio por um bom tempo, ele dá algumas fungadas e eu só abraçada nele quietinha. Não tem o que falar nesse momento para uma pessoa não, o importante é o Terror saber que eu estou com ele e para ele, foi o que eu lhe jurei, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, na tristeza e na felicidade, até que a morte nos separe. [.

